O PANORAMA VISTO DA SERRA

sexta-feira, 2 de maio de 2014

SENSACIONAL, VALE COMO UMA AULA, E MERECE SER LIDO ATÉ O FIM APESAR DE SER EXTENSO


Os problemas com o conservadorismo atual e com uma ala do libertarianismo
por , sexta-feira, 2 de maio de 2014



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Um conservador-libertário exemplar
Há dois sentidos possíveis para o termo "conservador".  O primeiro classifica como conservador alguém que normalmente apoia o status quo — ou seja, uma pessoa que deseja conservar as leis, as regras, as regulações e os códigos morais e comportamentais que existem em um determinado ponto no tempo.
Dado que diferentes leis, regras e instituições políticas existiram em tempos diferentes e/ou em locais diferentes, aquilo que um conservador apoia depende do lugar e do tempo, modificando-se de acordo. Portanto, nesse sentido, ser um conservador não denota nada de específico, exceto gostar da ordem existente, qualquer que seja ela.
O primeiro sentido, então, pode ser descartado. 
O termo "conservador", portanto, deve possuir uma acepção diferente. O único significado que ele pode ter é este: "conservador" se refere a alguém que acredita na existência de uma ordem natural, de um estado de coisas natural, que corresponde à natureza das coisas; que se harmoniza com a natureza e o homem.
Essa ordem natural, é claro, pode ser perturbada por acidentes e anomalias: terremotos e furacões; doenças e pragas; pelo surgimento de desajustados e idiotas; e por guerras, conquistas e tiranias. Mas não é difícil distinguir o normal do anormal (anomalias); o essencial do acidental.
Um pouco de abstração dissipa todas as confusões e permite que quase todos "vejam" o que é e o que não é natural, o que se encontra e não se encontra de acordo com a natureza das coisas. Além disso, o natural é, ao mesmo tempo, o estado de coisas mais duradouro. A ordem natural das coisas é antiga e sempre a mesma (apenas anomalias e acidentes sofrem mudanças); portanto, ela pode ser reconhecida por nós em todos os lugares e em todos os tempos.
"Conservador" refere-se a alguém que sabe distinguir aquilo que é antigo e natural daquilo que representam anomalias e acidentes circunstanciais.  Conservador é alguém que defende, apóia e ajuda a preservar o tradicional e o natural contra aquilo que é temporário e o anômalo.
No âmbito das ciências humanas — incluindo as ciências sociais —, o conservador reconhece que as famílias (pais, mães, filhos, netos) e os lares familiares que têm base na propriedade privada e na cooperação voluntária com os outros lares familiares como sendo as unidades sociais mais fundamentais, mais naturais, mais essenciais, mais antigas e mais indispensáveis.
Adicionalmente, a família (o lar familiar) também representa o modelo da ordem social em geral. Assim como existe uma ordem hierárquica no seio de uma família, há uma ordem hierárquica dentro de uma comunidade de famílias — de aprendizes e servos, e de mestres, vassalos, cavaleiros, lordes, senhores feudais e até mesmo reis — vinculada por um elaborado e complexo sistema de relações de parentesco. E há uma ordem hierárquica dentro de uma comunidade de crianças, pais, sacerdotes, bispos e cardeais, patriarcas ou papas e, finalmente, um Deus transcendente.
Das duas camadas de autoridade, o poder físico terreno de pais, lordes e reis encontra-se naturalmente subordinado e submetido ao controle da máxima autoridade espiritual e intelectual de padres, sacerdotes, bispos e, por fim, Deus.
Os conservadores (ou, mais especificamente, os conservadores ocidentais greco-cristãos), caso eles apoiem alguma coisa, apoiam e desejam preservar a família, as hierarquias sociais e as camadas de autoridade material e espiritual/intelectual baseadas em — e decorrentes de — laços familiares e em relações de parentesco.
Os problemas com o conservadorismo contemporâneo
O conservadorismo moderno mostra-se confuso e distorcido. Essa confusão decorre em grande parte da democracia.
Sob a influência da democracia representativa — e com a transformação dos EUA e da Europa em democracias de massa após a Primeira Guerra Mundial —, o conservadorismo, que era uma força ideológica anti-igualitarista, aristocrática e antiestatista, passou a ser um movimento de estatistas culturalmente conservadores: isto é, formado pela ala direita dos socialistas e dos social-democratas.
A maioria dos autoproclamados conservadores contemporâneos está preocupada — como, na verdade, deveria estar — com a decadência das famílias, com o divórcio, com a ilegitimidade, com a perda da autoridade, com o multiculturalismo, com os estilos de vida alternativos, com a desintegração do tecido social, com a promiscuidade e com a criminalidade. Todos esses fenômenos representam anomalias e desvios escandalosos da ordem natural.
O conservador, com efeito, deve se opor a todos esses acontecimentos e tentar restabelecer a normalidade. No entanto, a maior parte dos conservadores contemporâneos (pelo menos a maioria dos porta-vozes do establishment conservador) não reconhece que o seu objetivo de restaurar a normalidade exige mudanças sociais mais drásticas — até mesmo revolucionárias e antiestatistas.
Os conservadores que estão genuinamente preocupados com a desagregação familiar ou com a disfunção e a devassidão cultural deveriam começar a centrar sua artilharia justamente naqueles órgãos estatais responsáveis pela proliferação da poluição moral e cultural — como o Ministério da Educação, o Ministério da Cultura, e todos os demais programas de governo que propõem políticas racialistas e feministas.  Todos eles devem ser fechados ou diminuídos em tamanho.
O problema é que, entre os conservadores, ainda não se vê essa oposição inflexível ao envolvimento do estado no campo educacional. Não há o reconhecimento de que a ordem natural na educação significa que o estado não tem nada a ver com ela. A educação é um assunto totalmente familiar.
Além disso, não há o reconhecimento de que a degeneração moral e a promiscuidade cultural possuem causas mais profundas, não podendo ser simplesmente curadas por modificações no currículo escolar (impostas pelo estado) ou por exortações e declamações.
Pelo contrário: os atuais conservadores afirmam que a virada cultural — o restabelecimento (a restauração) da normalidade — pode perfeitamente ser alcançada sem uma mudança fundamental na estrutura do moderno estado de bem-estar social (assistencialista).  Quase todos os conservadores defendem explicitamente as três instituições centrais do estado de bem-estar social: a previdência social (seguridade social), a saúde pública (estatal) e o seguro-desemprego.
Eles ainda desejam ampliar as responsabilidades "sociais" do estado, atribuindo-lhe a tarefa de "proteger" os empregos na indústria nacional — por meio de restrições à importação e desvalorizações cambiais.
Sendo assim, há uma questão fundamental a ser abordada: partindo do princípio de que o conservadorismo cultural e a economia social/socialista podem ser psicologicamente combinados (isto é, admitindo que as pessoas possam manter simultaneamente essas duas visões sem sofrerem dissonância cognitiva), será que eles podem também ser combinados em termos de eficácia e de prática (econômica e praxeologicamente)?
É possível manter o nível atual de socialismo econômico (previdência social, seguro-desemprego, saúde e educação estatais, entre outras coisas) e alcançar a meta de restaurar a normalidade cultural (as famílias naturais e as regras normais de conduta)?
A maioria dos conservadores não sente a necessidade de levantar esse tema, pois acreditam que a política é apenas uma questão de vontade e poder. Eles não acreditam em coisas como as leis econômicas. Caso as pessoas desejem alguma coisa e tenham o poder de implementar a sua vontade, tudo pode ser alcançado. Ludwig von Mises caracterizava essa crença como "historicismo", que era a postura intelectual dos Kathedersozialisten alemães, os acadêmicos Socialistas de Cátedra, os quais justificavam todas e quaisquer medidas estatistas.
Mas o desprezo historicista e a ignorância da ciência econômica não alteram o fato de que existem inexoráveis leis econômicas. Nenhum desejo ou pensamento mágico pode fazer com que tais leis desapareçam. Acreditar no contrário somente pode resultar em fracasso real.
"Na verdade", observou Mises, "a história econômica é um longo registro de políticas governamentais que fracassaram porque foram projetadas e implementadas com um ousado desrespeito às leis da economia." À luz das elementares e imutáveis leis econômicas, o programa do conservadorismo atual é apenas um sonho ousado, mas impossível. Nenhum desejo pode alterar o fato de que a manutenção das instituições centrais do atual estado de bem-estar social (assistencialista) e o restabelecimento da família, das normas, da conduta e da cultura tradicionais são metas incompatíveis. Você pode ter ou um — o socialismo (o bem-estar social) — ou outro — a moral tradicional —, mas você não pode ter ambos simultaneamente, pois tais características socialistas (os pilares do atual sistema estatal de bem-estar social que alguns conservadores pretendem deixar intactos) é a própria causa das anomalias culturais e sociais.
A fim de esclarecer esse ponto, é necessário tão-somente recordar uma das leis mais fundamentais da economia que assevera que toda redistribuição compulsória de riqueza ou de renda, independentemente dos critérios em que se baseia, implica tomar à força de alguns — os ricos (os possuidores de algo) — e dar a outros — os pobres (os não possuidores de algo). Assim, o incentivo para ser um possuidor é reduzido, e o incentivo para ser um não-possuidor é estimulado.
Aquilo que o possuidor tem é, caracteristicamente, algo considerado "bom"; e aquilo que o não-possuidor não tem é algo "ruim" ou uma deficiência. Na verdade, esta é a ideia subjacente a qualquer redistribuição: alguns possuem muitas coisas boas, e outros não possuem o suficiente dessas coisas.
O resultado de toda redistribuição, portanto, é que serão produzidos menos bens e cada vez mais males, menos perfeição e mais deficiências. Com a prática de subsidiar com fundos públicos (recursos tomados à força de outros) as pessoas que são pobres, mais pobreza será criada. Com a prática de subsidiar determinados indivíduos porque estes estão desempregados, mais desemprego será criado. Com a prática de subsidiar as mães solteiras, haverá mais mães solteiras e mais filhos ilegítimos.
Obviamente, esse insight fundamental se aplica a todo o sistema (assim denominado) de Previdência Social, o qual foi criado ainda em 1880 na Europa Ocidental.  Trata-se, em teoria, de um sistema de "seguro" governamental compulsório contra a velhice, contra a doença, contra os acidentes de trabalho, contra o desemprego, e contra a indigência (entre tantos outros problemas).  Em conjunto com o (ainda mais antigo) sistema compulsório de educação pública, essas instituições e essas práticas equivalem a um ataque maciço contra a instituição da família e a responsabilidade pessoal (individual).
Com a prática de aliviar os indivíduos da obrigação de prover os seus próprios rendimentos, a sua própria saúde, a sua própria segurança, a sua própria velhice e a educação das suas próprias crianças, um comportamento mais imediatista passa a ser adotado em detrimento de um comportamento mais frugal e de uma visão mais voltada para o longo prazo. Igualmente, o valor do casamento, da família, dos filhos e das relações de parentesco também é diminuído.
A irresponsabilidade, o imediatismo, a aversão a uma visão de longo prazo, a negligência, a doença e o descuido são promovidos; e a responsabilidade, a visão de longo prazo, a diligência, a saúde e a conservação são desencorajadas e punidas.
O sistema de Previdência Social compulsório, com a sua prática de subsidiar os aposentados (os velhos) por meio dos impostos cobrados dos atuais assalariados e criadores de riqueza (os jovens), enfraqueceu sistematicamente o natural vínculo intergeracional entre pais, avós e filhos. Os idosos, caso não tenham feito qualquer poupança para a sua própria velhice, já não mais precisam contar com a ajuda dos seus filhos; e os jovens (os quais, em geral, possuem menos riqueza acumulada) devem sustentar os velhos (os quais, normalmente, detêm mais riqueza acumulada) — em vez de as coisas serem o contrário (como é típico no seio das famílias).
Assim, no mundo de hoje, as pessoas não só desejam ter menos filhos — e, de fato, as taxas de natalidade caíram pela metade desde o início das modernas políticas de Previdência Social (assistencialistas) —, mas também o respeito que os jovens tradicionalmente concediam aos seus anciãos é diminuído, e todos os indicadores de desintegração (e de disfunção) familiar — como as taxas de divórcio, de ilegitimidade, de abuso por parte dos filhos, de abuso por parte dos pais, de maus tratos conjugais, de família monoparental, de celibato, de estilos de vida alternativos e de aborto — aumentaram.
Ademais, com a socialização (estatização) do sistema de saúde e da regulação estatal do setor de seguros (restringindo o direito de recusa das seguradoras; isto é, o direito delas de excluir qualquer risco individual como impossível e de discriminar livremente, de acordo com métodos atuariais, diferentes grupos de riscos), criou-se uma máquina monstruosa de redistribuição de riqueza e de renda.  E tudo à custa de pessoas responsáveis e de grupos de baixo risco e em favor de indivíduos irresponsáveis e de grupos de alto risco.
Os subsídios para os doentes (os enfermos) e os incapacitados (os inválidos) fomentam a doença (a enfermidade) e a incapacitação (a invalidez) e enfraquecem a vontade de trabalhar para o próprio sustento e de levar uma vida saudável. Não é possível fazer melhor do que citar Ludwig von Mises mais uma vez:
Não existe uma fronteira claramente definida entre a saúde e a doença.  Estar doente não é um fenômeno independente de vontade consciente e de forças psíquicas atuando no subconsciente.  A eficiência de um homem não é meramente o resultado de sua condição física; ela depende amplamente de sua mente e de sua determinação. 
O aspecto destrutivo do seguro-saúde e do seguro contra acidentes está, acima de tudo, no fato de que tais instituições promovem (subsidiam) acidentes e doenças, retardam a recuperação, e muito frequentemente criam — ou de alguma forma intensificam e prolongam — os distúrbios funcionais que se seguem às doenças ou aos acidentes.
Sentir-se saudável é bem diferente de estar saudável no sentido médico.  Ao enfraquecer ou destruir completamente a vontade de estar bem e apto para o trabalho, a seguridade social cria doença e incapacidade de trabalho; ela produz o hábito da lamúria — que por si só é uma neurose —, além de neuroses de outros tipos.
Como instituição social, ela adoenta as pessoas tanto corporeamente quanto mentalmente — ou, no mínimo, ajuda a multiplicar, prolongar e intensificar enfermidades.  A seguridade social, dessa forma, fez com que a neurose do segurado se tornasse uma perigosa doença pública.  Caso essa instituição seja ampliada e desenvolvida, a doença irá se espalhar.  E não há reforma alguma que possa ajudar.  Não se pode enfraquecer ou destruir o desejo de se ter saúde sem que isso acabe produzindo mais enfermidades.
O que já deveria estar claro para os conservadores é que a maior parte, se não a totalidade, da degradação moral e da devassidão cultural — que são claros sinais de retrocesso civilizatório — que verificamos ao nosso redor são os resultados inevitáveis e inescapáveis do estado de bem-estar social (assistencialista) e das suas principais instituições.
Os conservadores clássicos, ao estilo antigo, sabiam disso; e eles se opuseram vigorosamente à educação pública e à Previdência Social. Eles sabiam que os estados em qualquer parte do mundo intencionavam deteriorar — e, em última análise, destruir — as famílias (bem como as instituições, as camadas e as hierarquias de autoridade que são a consequência natural das comunidades baseadas em famílias) para, então, aumentar e reforçar o seu próprio poder.
Eles sabiam que, a fim de fazê-lo, os estados teriam de tirar proveito da revolta natural dos adolescentes (dos jovens) contra a autoridade paternal. E eles sabiam que a educação socializada e a responsabilidade socializada eram os meios de atingir essa meta. A educação pública e a Previdência Social fornecem uma possibilidade para os jovens rebeldes de escapar da autoridade paternal (de escapar de punições por comportamentos impróprios).
Os velhos conservadores sabiam que essas políticas emancipariam o indivíduo da disciplina imposta pela vida familiar e comunitária apenas para submetê-lo, em vez disso, ao controle direto e imediato do estado.  Adicionalmente, eles sabiam — ou pelo menos tinham um palpite sobre isso — que tais práticas conduziriam a uma infantilização sistemática da sociedade; a um retrocesso, tanto em termos emocionais quanto em termos mentais (intelectuais), da idade adulta para a adolescência ou a infância.
A ideia de combinar o conservadorismo cultural com o estatismo de bem-estar social (assistencialista) é impossível, sendo, portanto, um disparatado absurdo econômico. O estatismo de bem-estar social — na prática, não importando a maneira ou a forma, trata-se de previdência social — fomenta a degradação e a degeneração moral e cultural.  Assim, se há uma genuína preocupação com a decadência moral da sociedade e se há o desejo de que se restabeleça a normalidade no tocante à sociedade e à cultura, é necessário opor-se a todos os aspectos do moderno estado assistencialista.
O retorno à normalidade exige, no mínimo, a completa eliminação do atual sistema de Previdência Social (do seguro-desemprego, da seguridade social, da saúde pública, da educação pública, e dos Ministérios relacionados a essas questões) e, em seguida, a dissolução completa do aparato estatal e do poder governamental atual. Se o objetivo é restaurar a normalidade, os recursos e o poder do governo devem diminuir até os níveis apresentados no século XIX ou mesmo ficar abaixo deles.
Portanto, os verdadeiros conservadores devem ser libertários de linha dura (antiestatistas). O conservadorismo de hoje é falso: ele deseja o retorno à moralidade tradicional, mas ao mesmo tempo defende a manutenção das próprias instituições responsáveis pela perversão e pela destruição da moral tradicional.
O problema com alguns autoproclamados libertários
A fim de restabelecer a normalidade social e cultural, os verdadeiros conservadores só podem ser libertários radicais, e eles devem exigir a demolição de toda a atual estrutura do aparato estatal, pois ela é uma perversão moral e econômica.
No entanto, há uma conhecida resistência de vários conservadores ao libertarianismo. Não desejo aqui aprofundar a análise ou a defesa da teoria libertária. Em vez disso, desejo voltar à questão da relação entre o libertarianismo e o conservadorismo (a crença em uma ordem social natural baseada e centrada nas famílias). Alguns comentaristas superficiais — principalmente do lado conservador —, como Russell Kirk, caracterizaram o libertarianismo e o conservadorismo como ideologias incompatíveis, hostis ou até mesmo antagônicas. [i]
Na verdade, esse ponto de vista está completamente errado. A relação entre o libertarianismo e o conservadorismo é uma relação de compatibilidade praxeológica, de complementaridade sociológica e de reforço recíproco.
Para explicar isso, deixem-me enfatizar, em primeiro lugar, que a maioria — mas não a totalidade — dos principais pensadores libertários, como uma questão de dado empírico, era formada por conservadores sociais e culturais: por defensores dos costumes e da moralidade burgueses tradicionais.
Mais notadamente, Murray Rothbard — o pensador libertário mais importante e mais influente — era um assumido conservador cultural. Também o era o professor mais importante de Rothbard, Ludwig von Mises. (Ayn Rand, uma outra grande influência sobre o libertarianismo contemporâneo, é um caso diferente, é claro.) [ii]
Embora isso não revele muito (prova-se apenas que o libertarianismo e o conservadorismo podem ser psicologicamente reconciliados), trata-se de um indicativo de uma afinidade substancial entre as duas doutrinas. Não é difícil reconhecer que a visão conservadora e a visão libertária da sociedade são perfeitamente compatíveis (congruentes).
Não irei me estender aqui em todas as explicações sobre o porquê de ser assim.  Irei apenas me limitar a dizer que a teoria libertária pode realmente fornecer ao conservadorismo uma definição mais precisa e uma defesa moral mais rigorosa do seu próprio objetivo (o retorno à civilização sob a forma de normalidade moral e cultural) do que o próprio conservadorismo jamais conseguiria elaborar. Ao fazê-lo, ela pode afiar e fortalecer a tradicional visão de mundo antiestatista do conservadorismo. [iii]
O problema que quero abordar é outro.
Ainda que os criadores intelectuais do libertarianismo moderno fossem conservadores culturais — e ainda que a doutrina libertária seja totalmente compatível (congruente) com a visão de mundo conservadora (não implicando, como alegam alguns críticos conservadores, um "individualismo atomístico" e um "egoísmo ganancioso") —, o movimento libertário sofreu uma transformação significativa.
Em larga medida (e de forma completa aos olhos da mídia e do público), ele se tornou um movimento que combina o antiestatismo radical e a economia de mercado com o esquerdismo cultural, o multiculturalismo e o hedonismo pessoal.  Ou seja, ele é exatamente o contrário de um programa culturalmente conservador: trata-se de um capitalismo contracultural.
Lamentavelmente, muito do libertarianismo contemporâneo é falso, sendo, na verdade, um libertarianismo contraproducente (assim como as atuais correntes predominantes do conservadorismo).
O fato de que grande parte do libertarianismo moderno é culturalmente esquerdista não se deve a inclinações dessa natureza entre os principais teóricos libertários. Conforme foi observado, eles eram, em sua maioria, conservadores culturais. Em vez disso, trata-se do resultado de uma compreensão superficial da doutrina libertária por muitos dos seus fãs e seguidores; e essa ignorância encontra a sua explicação em uma coincidência histórica e na mencionada tendência (inerente e ínsita) do estado social-democrático assistencialista (de bem-estar social) a promover um processo de infantilização intelectual e emocional (processo de descivilização da sociedade).
O movimento libertário moderno começou nos Estados Unidos na metade da década de 1960.  Em 1971, o Partido Libertário americano foi fundado; e, em 1972, o filósofo John Hospers foi nomeado o seu primeiro candidato presidencial.  Era o tempo da Guerra do Vietnã.
Ao mesmo tempo, promovido pelos grandes "avanços" no crescimento do estado de bem-estar social (assistencialista) a partir do início e da metade da década de 1960 nos Estados Unidos e, da mesma forma, na Europa Ocidental (a chamada legislação dos direitos civis e a guerra contra a pobreza), surgiu um novo fenômeno de massa. Emergiu um novo "lumpenproletariado" de intelectuais e de jovens intelectualizados — os produtos de um sistema em constante expansão de educação socialista (pública) — "alienados" da moralidade e da cultura do mainstream "burguesa" (mesmo vivendo com muito mais conforto do que o lumpenproletariado de antigamente graças à riqueza criada por essa cultura dominante).
O multiculturalismo e o relativismo cultural ("viva e deixe viver") e o antiautoritarismo igualitarista ("não respeite nenhuma autoridade") deixaram de ser meras fases temporárias e transitórias de desenvolvimento mental (adolescência) e foram elevadas ao status de atitudes permanentes entre intelectuais adultos e os seus alunos.
A oposição íntegra (com princípios) dos libertários à guerra do Vietnã coincidiu com uma oposição pouco difusa da nova esquerda a essa guerra. Adicionalmente, a conclusão anarquista da doutrina libertária atraiu e agradou a esquerda contracultural. Afinal, a ilegitimidade do estado e o axioma da não agressão (segundo o qual não se permite a iniciação — ou a ameaça da iniciação — do uso da força física contra outras pessoas e os seus bens) não implicavam que todos tivessem a liberdade de escolher o seu próprio estilo de vida não agressivo?  Isso não implicava que a vulgaridade, a obscenidade, a grosseria, o uso de drogas, a promiscuidade, a pornografia, a prostituição, o homossexualismo, a poligamia, a pedofilia ou qualquer outra anormalidade imaginável, na medida em que constituíam crimes sem vítimas, fossem estilos de vida e atividades perfeitamente normais e legítimos?
Portanto, não é de se surpreender que, a partir do seu início, o movimento libertário atraiu um número anormalmente elevado de seguidores desequilibrados e perversos.
Subsequentemente, o ambiente contracultural e a "tolerância" multicultural e relativista do movimento libertário atraiu um número ainda maior de desajustados, de fracassados (tanto em termos pessoais quanto em termos profissionais) ou de simples derrotados. Murray Rothbard, em nojo, chamou-os de "libertários vazios" e os identificou como libertários "modais" (típicos e representantes).
Eles fantasiavam uma sociedade em que todos estariam livres para escolher e cultivar quaisquer estilos de vida, carreiras ou características que não fossem agressivos e em que, graças à economia de livre mercado, todos poderiam fazê-lo em um nível elevado de prosperidade geral.
Ironicamente, o movimento que estabeleceu o objetivo de desmantelar o estado e de restaurar a propriedade privada e a economia de mercado foi, em larga medida, apropriado e moldado em sua face externa pelos produtos mentais e emocionais do estado de bem-estar social (assistencialista): a nova classe de adolescentes permanentes. [iv]



[i] Ver Russell Kirk, The Conservative Mind (Chicago: Regnery, 1953); e idem, A Program for Conservatives (Chicago: Regnery, 1955).
[ii] Sobre Murray N. Rothbard, ver os tributos a Rothbard: In Memoriam, editado por Llewellyn H. Rockwell Jr. (Auburn, Alabama: Ludwig von Mises Institute, 1995), especialmente o tributo de Joseph T. Salerno; sobre Ludwig von Mises, ver: Murray N. Rothbard, Ludwig von Mises: Scholar, Creator, Hero (Auburn, Alabama: Ludwig von Mises Institute, 1988); Jeffrey A. Tucker e Llewellyn H. Rockwell Jr., "The Cultural Thought of Ludwig von Mises", em Journal of Libertarian Studies, 10, n. 1 (1991); sobre Ayn Rand, ver: Tuccille, It Usually Begins with Ayn Rand; Murray N. Rothbard, The Sociology of the Ayn Rand Cult (Burlingame, California: Center for Libertarian Studies, [1972] 1990); e, da perspectiva dos prosélitos de Rand ("randianos"), ver Barbara Branden, The Passion of Ayn Rand (Garden City, N. Y.: Doubleday, 1986).
[iii] Sobre a relação entre o conservadorismo (tradicionalista) e o libertarianismo (racionalista), ver Ralph Raico, "The Fusionists on Liberalism and Tradition", em New Individualist Review, 3, n. 3 (1964); M. Stanton Evans, "Raico on Liberalism and Religion", em New Individualist Review, 4, n. 2 (1966); Ralph Raico, "Reply to Mr. Evans", em ibidem; ver também: Freedom and Virtue: The Conservative—Libertarian Debate, editado por George W. Carey (Lanham, Maryland: University Press of America, 1984).
[iv] Murray N. Rothbard forneceu o seguinte retrato do "libertário modal" (LM):
Na verdade, o LM é homem. (...) O LM se encontrava na faixa dos seus vinte anos há vinte anos e, agora, encontra-se na faixa dos seus quarenta anos. Isso não é nem tão banal nem tão benigno como parece, pois significa que o movimento realmente não cresceu nos últimos vinte anos. (...) O LM é bastante promissor e bastante versado na teoria libertária. Mas ele não sabe nada e não se interessa pela história, pela cultura, pelo contexto da realidade ou pelos assuntos mundiais. (...) O LM, infelizmente, não odeia o estado por vê-lo como o instrumento social exclusivo da agressão organizada contra a pessoa e a propriedade. Em vez disso, o LM é um adolescente que se rebela contra todos ao seu redor: em primeiro lugar, contra os seus pais; em segundo lugar, contra a sua família; em terceiro lugar, contra os seus vizinhos; e, por fim, contra a própria sociedade. Ele se opõe especialmente às instituições da autoridade social e cultural: em particular, à burguesia da qual ele proveio, às normas e às convenções burguesas e às instituições da autoridade social (como as igrejas).
Para o LM, então, o estado não é o único problema; ele é apenas a parte mais visível e mais detestável das várias instituições burguesas odiadas: vem daí o estusiasmo com que o LM aperta o botão do "questione a autoridade".
E daí se origina também a fanática hostilidade do LM ao cristianismo. Eu costumava pensar que esse ateísmo militante era apenas uma função do randianismo do qual a maioria dos libertários modernos surgiu há duas décadas. Mas o ateísmo não é a chave — pois aquele que anunciasse, em uma reunião libertária, que era um bruxo ou um adorador do cristal de energia ou de alguma besteira da Nova Era seria tratado com grande tolerância e respeito. Somente os cristãos eram os alvos dos abusos; e, claramente, a razão dessa diferença de tratamento não tinha nada a ver com o ateísmo.
Isso tinha tudo a ver com a rejeição (e o desprezo) pela cultura burguesa; e todo tipo de causa cultural maluca seria promovido a fim de torcer o nariz da odiada burguesia.
Na verdade, a atração original do LM pelo randianismo era parte integrante da sua revolta adolescente: que maneira de racionalizar e sistematizar a rejeição aos pais, familiares e vizinhos seria melhor do que aderir a um culto que denunciava a religião e que proclamava a superioridade absoluta de si mesmo (do ego) e dos seus cultuados líderes, em contraste com os robóticos "intermediários" que supostamente povoavam o mundo burguês? Um culto que, além disso, conclama os seus prosélitos a desprezar os pais, a família e os associados burgueses e a cultivar a suposta grandeza do próprio ego individual (convenientemente orientado, é claro, pela liderança randiana).
 O LM também possui o "olhar longínquo" dos fanáticos. Ele está apto a agarrar você pela força na primeira oportunidade e a discorrer extensamente sobre as suas próprias "grandes descobertas" contidas em seu poderoso manuscrito que está clamando para ser publicado, mas que nunca será publicado — e ele diz que isso é uma conspiração do poder constituído. (...) Mas, acima de tudo, o LM é um vadio, um vigarista e, muitas vezes, um verdadeiro bandido. A sua atitude básica em relação aos outros libertários é "a sua casa é a minha casa". (...) Em suma, articulem eles ou não essa "filosofia", os [LMs] são comunistas libertários: alguém que possua propriedade automaticamente tem de "compartilhá-la" com os demais membros da sua "família" libertária ampliada. (Murray N. Rothbard, "Why Paleo?", em Rothbard—Rockwell Report, 1, n. 2 [maio de 1990]: 4–5; ver também: idem, "Diversity, Death and Reason", em Rothbard—Rockwell Report, 2, n. 5 [maio de 1991].)

NA SEGUNDA-FEIRA PASSADA TIVEMOS DOS PIORES RODA VIVA DA HISTÓRIA: O EX-MINISTRO NÃO RESPONDEU A NADA E AINDA DERAM PALANQUE PARA O COMUNISTA CANDIDATO AO GOVERNO DE SÃO PAULO

domingo, 27 de abril de 2014

ACABA DE SAIR A MAIS RECENTE PESQUISA QUE EXPLICA MAS NÃO JUSTIFICA. MAS AINDA NÃO FOI DESCOBERTO O PREDADOR DESTA ESPÉCIE!

do Blog "O MASCATE"

Pesquisadores descobrem uma nova espécie animal no Brasil....

É o Tapirus Dentuçus.
Popularmente conhecido como Anta Jumenta.
A nova espécie foi encontrada no Planalto Central do Brasil.
A característica do animal é ser confuso de andar característico que se assemelha a um pinguim com caganeira. 
Quando visto em público solta zurros ininteligíveis como forma de confundir  predadores e auto preservação do bando.
Em risco de extinção esse animal é um roedor voraz que arrasa a democracia, a liberdade de expressão sem contar que ajuda a despencar o PIB e causa aumento de inflação.
Sua caça é liberada e a melhor época do ano para exterminar essa praga fica nos meses de Outubro e Novembro.
E PHOD@-SE!!!

ATÉ OS MILITANTES ESQUERDISTAS DA MÍDIA NÃO PODEM DEIXAR DE RECONHECER, SENÃO PERDERÃO ASSINANTES!

 

Fodeu o Barraco: Dilma e o PT

Dilma é burra, autoritária e incompetente e faz um governo de merda. O PT é o partido da bandidagem, só tem vagabundo corrupto, pilhou a Petrobras e o Brasil. Até mesmo os militantes da Folha de São Paulo reconhecem esses fatos óbvios e ululantes.

sábado, 26 de abril de 2014

BRASIL, UM PAÍS DO FUTURO QUE NÃO SAI DO PASSADO! UMA COMPARAÇÃO DE PREÇOS E SALÁRIOS PRATICADOS NO BRASIL E NOS ESTADOS UNIDOS. IMPERDÍVEL!

do Blog do Aluizio Amorim

                                                   

Este vídeo vale a pena ser visto. Faz uma comparação entre os salários e os preços praticados nos Estados Unidos. Os comunistas do PT vivem praguejando contra os Estados Unidos, mas bem se vê que os trabalhadores lá têm um padrão de vida no mínimo decente, mesmo aqueles que auferem apenas o salário mínimo. Deve-se notar que o salário mínimo nos Estados Unidos é aquilo que pode se considerar um salário de entrada e, ainda por cima, de trabalhadores não especializados. Ao contrário do Brasil onde o mínimo é a regra geral. Mesmo os pisos salariais consistem no mínimo com um mínimo de acréscimo. E, ainda por cima, os preços de todos os produtos no Brasil são exorbitantes, um verdadeiro abuso, uma injustiça!

Ouve-se há anos que o "Brasil é o país do futuro". Entretanto, o futuro já chegou há muito tempo mas o país vive eternamente no passado.
Isto tem de ter um fim. E poderá ser neste ano de 2014, em outubro, com a eleição presidencial quando a praga do PT deverá ser varrida. Chega de roubalheira, manipulação, estagnação, impostos absurdos, preços impagáveis. 

Chega de transferir recursos públicos para ditaduras comunistas. Neste ano só para a ditadura cubana o governo do PT transferiu mais de US$ 1 bilhão de dólares, para construção do Porto de Mariel. Isto é o que se sabe, por cima, já que a verdade é escamoteada pelo governo do Lula e da Dilma, ao carimbar o financiamento via BNDES de "secreto". Sabe-se também que vultosas quantias são doadas para as ditaduras africanas. Sem falar na burlesca aventura do Brasil no Haiti, cujo resultado está sendo a emigração em massa de haitianos para o Brasil.

Chega de Lula, de Dilma, de Dirceu, de PT. Chega desses comunistas malditos que conseguiram colocar a Petrobras na UTI e esculhambar a economia nacional.

E, por fim, chega desse governo mentiroso que fez voltar a inflação que tinha sido estabilizada pelo Plano Real ela primeira vez na história do Brasil. E naquela época esses comunistas boquirrotos berravam Fora FHC!, justamente o presidente que conseguiu estabilizar a economia e fazer valer o dinheiro brasileiro. E tudo isso está agora indo de água abaixo pelo governo incompetente do PT.

E os infelizes ainda querem censurar a imprensa.

Não passarão!

É ASSIM QUE OS RATOS SE ANIQUILAM!

O Jabá da Dilma e o Maranhense Turco-Libanês

O SB foi o primeiro a registrar a mudança de humor dos pasquins britânicos The Economist e Financial Times em relação ao Lulo petismo. Quando Lula era presidente eles criaram o mito de que o cachaceiro vagabundo, analfabeto e corrupto era um administrador inteligente, competente, e honesto, de que o país decolava para conquistar a galáxia, mas que acabou indo pracasadocaralho de carona no drone da marinha lusitana. Dilma entrou no governo bicou Franklin Martins e deu a administração da verba de publicidade do governo, o JABÁ, para um maranhense turco-libanês. Ora, meus caros, guess what happened? O óbvio, o maranhense turco-libanês não resistiu ao seu DNA e desviou a grana [não sabemos ainda se ele desviou a comissão dos Sarney]. O governo Dilma virou caloteiro. Portanto, não se surpreendam se até mesmo a esgotosfera começar a criticá-la: Desde janeiro, são inúmeros os exemplos de agências de publicidade que não viram a cor do dinheiro dos seus contratos com o governo federal.

terça-feira, 22 de abril de 2014

SOB A INÉRCIA DAS AUTORIDADES, NOVA INVASÃO DE TERRENO EM FLORIANÓPOLIS É REPELIDA PELA PRÓPRIA POPULAÇÃO DO BAIRRO QUE EXPULSOU OS INVASORES

do Blog do Aluizio Amorim

Dois momentos da invasão: a chegada da polícia dialogando com os invasores. Acima o momento em que os cidadãos da comunidade do Rio Vermelho decidiram expulsar os invasores e queimaram a bandeira comunista vermelha . (Fotos do site da RBS/Diário Catarinense/Hora)
Um bando do PT invadiu em dezembro do ano passado um terreno em Florianópolis, num flagrante esbulho possessório. Sob a patrulha da ideologia politicamente o que deveria ser feito imediatamente, ou seja a reintegração de posse, não ocorreu. O bando se intitula "ocupação Amarildo" em alusão a um elemento de favela do Rio de Janeiro, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, que desapareceu recentemente e foi o mote, inclusive, para diversos ataques de vandalismo no Rio de Janeiro e São Paulo.

Depois de muitas delongas e "negociações", decidiu abandonar o terreno recentemente, não sem antes ter promovido passeatas e badernas semelhantes nas adjacência da movimentada rodovia SC-405, que liga o centro de Florianópolis às praias do Norte da Ilha. Florianópolis fica em sua maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina.

Pois bem. O mesmo bando resolveu voltar a Florianópolis e decidiu neste domingo de Páscoa invadir um terreno na praia do Rio Vermelho, também no Norte da Ilha. Por obra e graça do jornalismo esquerdista que domina as redações dos veículos, os invasores que agem em Florianópolis já são denominados "amarildos" e o cabeça do bando é seguidamente entrevistado pelas televisões, rádios e jornais catarinenses.

Como ocorreu na primeira invasão, a polícia chegou e decidiu (ou decidiram seus superiores) não fazer nada, o que acabou levando a própria população desse bairro de Florianópolis a agir por conta própria, ou seja, fazer justiça com as próprias mãos, fato que degenerou em confusão e obrigou os invasores a abandonar o local.

E notem que os cidadãos que expulsaram os invasores não eram os donos do terreno, que pertence à União. Todavia, fazer justiça com as próprias mãos é algo intolerável num Estado de Direito Democrático.

Entretanto o episódio serve como um alerta. A maioria dos cidadãos de Florianópolis, como de resto do Brasil inteiro, é constituída de gente que trabalha, que rala no dia a dia, que paga impostos. Muitos conseguiram a duras penas adquirir um imóvel.

A reação desta segunda-feira feriado de Tiradentes, ocorrida no Rio Vermelho, é um aviso claro e evidente. As pessoas de bem não irão tolerar invasão de propriedades privadas de jeito nenhum. Muitas pessoas que reagiram aos invasores sequer possuem propriedades, a mostrar que é apenas uma minoria de gente ligada ao MST, o braço armado do PT, que está sendo acionada dentro do esquema comunista do Foro de São Paulo de promover a agitação e comoção social para abrir o caminho ao que chamam de 'reforma política'. Tal reforma proposta pelo PT, que já noticiei e analisei aqui no blog, prevê a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte destinada a rasgar a Carta Magna de 1988 e no seu lugar erigir uma nova Constituição de forma a transformar o Brasil numa ditadura comunista que inclui a abolição da propriedade privada. Esta é a verdade!

Repito que fazer justiça com as próprias mãos é inaceitável, mas não tem como esconder uma realidade: a leniênica das autoridades constituídas que se submetem, num ato volitivo tolerante e contrário à Lei, aos ditames da ideologia do pensamento politicamente correto, que constitui o principal estratagema utilizado pelo comunismo do século XXI para subverter os valores em que estão ancoradas a lei e a ordem. Grosseiramente isso é denominado "marxismo cultural" e vem sendo aplicado pelo PT e seus acólitos principalmente nas escolas, universidades e por meio da grande mídia.

Episódios de justiça feita com as próprias mãos têm ocorrido em diversas partes do Brasil recentemente, sendo que o caso emblemático diz respeito ao um ladrão que foi amarrado em um poste no Rio de Janeiro. 

Insisto mais uma vez: justiça pelas próprias mãos é intolerável. Porém, esse fenômeno raro (as invasões) em anos atrás começou a se tornar frequente à medida em que a impunidade foi aumentando depois que o PT chegou ao poder. E mais ainda depois que os Direitos Humanos passaram a ser invocados em favor dos bandidos!

Está na hora das autoridades agirem. Sobretudo as polícias, que têm o dever de defender os cidadãos no que respeita ao direito de propriedade e à segurança sob todos os aspectos. 

O que acaba de ocorrer em Florianópolis é um alerta claro e inequívoco: os cidadãos de bem exigem o respeito à lei e à ordem e deploram a anarquia.

CHINA ESPIONA AS UNIVERSIDADES AUSTRALIANAS

by Selva Brasilis

O SB tem tocado nessa tecla há anos: a China não cria nada, copia tudo ou, pior, espiona e rouba as idéias desenvolvidas pelos países livres e desenvolvidos. Vejam o caso da Australia: China is building large covert spy networks inside Australia's leading universities, prompting Australia to strengthen its counter-intelligence capabilities. Chinese intelligence officials have confirmed to Fairfax Media that they are building informant networks to monitor Australia's ethnic Chinese community to protect Beijing's ''core interests''. Much of the monitoring work takes place in higher education institutions (including Melbourne University and Sydney University), where more than 90,000 students from mainland China are potentially exposed to ideas and activities not readily available at home.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

"EM HOMENAGEM A TIRADENTES" EDITADO PELA EQUIPE DO IMB DEIXA PATENTE QUE ISSO CONTINUA SEMPRE EM VOGA EM TODOS OS PAÍSES QUE OPTAM PELO ESTADO FORTE E ESPOLIADOR!


Em homenagem a Tiradentes
por , 


tiradentes.jpgHá 222 anos, o dentista, comerciante, militar e ativista político Joaquim José da Silva Xavier era enforcado e esquartejado em praça pública pelo estado.
Seu crime?  Defender a independência da colônia de Minas Gerais em relação à Coroa Portuguesa, movimento esse inspirado pela recente independência das colônias americanas. 
A motivação desta "revolta"?  A decretação da derrama pelo governo local, uma medida que permitia a cobrança forçada de impostos atrasados, autorizando o confisco de todo o dinheiro e bens do devedor. 
Para onde ia o dinheiro?  Para a Real Fazenda, credora de uma dívida mineira que, àquela altura, já estava acumulada em 538 arrobas de ouro.
Quem delatou Tiradentes aos portugueses?  Joaquim Silvério dos Reis, um fazendeiro e proprietário de minas que, devido aos altos impostos cobrados pela Coroa Portuguesa, estava falido. 
Qual foi seu prêmio por essa delação?  O perdão dessa dívida de impostos.  E mais: o cargo público de tesoureiro, uma mansão, uma pensão vitalícia, o título de fidalgo da Casa Real e a "honra" de ser recebido pelo príncipe regente Dom João em Lisboa.
Ou seja, o episódio da Inconfidência Mineira é apenas mais um exemplo da única e genuína luta de classes que existe no Brasil, criada pelo estado: pagadores de impostos versus recebedores de impostos.  Ela nos dá uma chance de refletir sobre a natureza dos impostos e do próprio estado.
A principal lição é a de que o estado não tolera pessoas que se recusam a abrir mão dos frutos de seu esforço, ao mesmo tempo em que ele sabe recompensar muito bem aquelas que o auxiliam a espoliar e destruir esses rebeldes.  (Como exemplo atual, apenas pense na batalha diária entre empreendedores criadores de riqueza e funcionários do fisco.)
Como consequência direta, deduz-se que a tributação, de qualquer tipo, nada mais é do que um roubo, puro e simples.  Afinal, o que é um roubo?  Roubo é quando você confisca a propriedade de um indivíduo por meio da violência ou da ameaça de violência — o que significa, obviamente, que o esbulho é feito sem o consentimento da vítima.  
Por outro lado, sempre existem aqueles apologistas do governo — muito provavelmente pessoas que dependem dele para sobreviver — que afirmam que o ato de se pagar impostos é, por algum motivo místico, algo cívico e "voluntário".  Fossem estes seres minimamente lógicos, não teriam qualquer problema em defender uma mudança na lei, a qual diz que o não cumprimento das obrigações tributárias é algo criminoso e sujeito às "devidas penalidades". 
(Alguém realmente acredita que, se o pagamento de impostos fosse algo voluntário, o governo viveria com os cofres abarrotados, como ocorre hoje?  É exatamente por isso que a tributação tem necessariamente de ser compulsória).
Consequentemente, se você é uma pessoa que não tem quaisquer dificuldades com a lógica e, exatamente por isso, entende que o ato da tributação é idêntico a um roubo, então você também não terá dificuldade alguma em concluir que as pessoas que praticam esse ato, e que vivem dele, são uma gangue de ladrões. 
Por conseguinte, você também não terá dificuldade alguma em concluir que qualquer organização governamental, que inevitavelmente vive do esbulho alheio, é "uma gangue de ladrões em larga escala", como disse Murray Rothbard, e que, exatamente por isso, merece ser tratada — moral e filosoficamente — como um simples bando de meros rufiões, parasitas imerecedores de qualquer reverência, deferência ou mesmo do mais mínimo respeito.
O IMB dedica esse dia de Tiradentes a todos aqueles bravos brasileiros que trabalham duro dia e noite e que são obrigados a entregar para a gangue de ladrões em larga escala mais de 40% dos frutos do seu esforço, apenas para sustentar o bem-bom de uma classe parasitária — e tudo sob a mira de uma arma e sob a ameaça de encarceramento.
Eis um assunto de grande apelo para todos aqueles que trabalham no setor produtivo: jovens e velhos, pobres e ricos, "proletários" e classe média, brancos e negros, homens e mulheres, cristãos, judeus, muçulmanos e ateus.  Eis um assunto que todos estes criadores de riqueza conhecem muito bem: tributação.
E eis um assunto que o outro lado, o dos recebedores de impostos, também conhece muito bem: parasitismo.
Um bom feriado a todos.

domingo, 13 de abril de 2014

O PORQUÊ DO NÃO AVANÇO DO COMUNISMO

Todo o totalitarismo no mundo e nele incluído o comunismo e socialismo está pautado na ideia falsa de que as pessoas não podem individualmente se desenvolver.
E como é a falsa ideia que me referi, nunca o mundo pode até hoje ver seus resultados se manifestarem por inteiro, pois uma sociedade comunista só poderia realmente subsistir através da internacionalização ou em uma economia fechada em que não pudéssemos obter os efeitos da comparação.
Sem isso, sem que houvesse a possibilidade de comparação, e com a morte da liberdade no seu berço, no seu nascedouro, só assim ele, o comunismo, lograria êxito.
Mais uma vez, os comunistas preferem achar que as pessoas precisam de um Estado que as ampare, e por infelicidade do destino, criaram a figura nefasta de uma tal ditadura do proletariado, ou simplesmente quando muito fazem menção a uma democracia proposta por essa mesma sociedade assim comunada, que elegeria não sei como, um governante!
Essa é a grande essência do que leva ao incessante processo no sentido de fazer acreditar que as diferenças sociais seriam oriundas do berço e não fariam diferença em função da capacidade maior ou menor das pessoas. Só acredita nisso um imbecil em seu estado total.
Por essas e as que se seguem é que não houve um grande avanço comunista no mundo, o que não poderia ser de outro jeito, pois as esquerdas sempre têm se pautado naquilo de que o processo da livre empresa, do direito natural que tem as pessoas de com liberdade empreenderem, fazerem com que seu trabalho possa render lucros, apenas bastando para que isto ocorra, existir um mercado que pague por aquelas coisas, "não fosse possível existir", ou isso "seria uma excrescência".
Eles não perdoam e nunca perdoaram isso!
Ora, se eu não consigo fazer o que meu vizinho do lado faz, que com suas aptidões naturais consegue fazer comercializando eu seria um ótimo ativista do comunismo. Eu seria um competente comunista, pois não me venha dizer que se eu tiver aptidão para tal, eu prefira ser um ativista a troco de nada, a não ser que isto possa me render dividendos futuros muito maiores, ajudando os outros a acharem que o melhor é não fazer nada!
Uma grande furada!
Imaginem aqueles que tem perfeita consciência que são capazes de se desenvolverem sozinhos, e que são muitos!
Mas não é assim, não é assim que as coisas funcionam, e eu como muitos outros que também não tem talento para o comércio, por exemplo, mesmo assim não admitem o comunismo.
Esvazia-se portanto o contingente de pessoas que por pura ideologia queiram funcionar nesse processo, restando os espertos que se apropriam do sentimento da preguiça de uma maioria que não quer trabalhar para tentar fazer algo que em suma nem eles mesmos acreditarão no futuro.
É, mais uma vez, uma furada das grandes, mas muito perigosa pois pode durante um certo tempo até desorganizar totalmente uma economia, destruir uma geração e fazer os estragos que todos por demais já conhecemos.

PORQUE CONTINUAR A OUVIR ESSA ESQUERDOPATIA SOBRE O 1964, QUANDO TEMOS AÍ UM EXCELENTE COMO SEMPRE DISCURSO DO EMINENTE JURISTA O DR. IVES GANDRA: A VERDADE HISTÓRICA É UMA SÓ, E COMO VERDADE SÓ PODE SER CONTADA DE UMA FORMA. AS VERSÕES SÃO INTERESSES DAS PARTES.

TAMBÉM É INTERESSANTE LEMBRAR QUE ESTES ERAM A INDÚSTRIA ANTES DA PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL PROMOVIDA ATRAVÉS DO CAPITALISMO. NO INÍCIO ERA SÓ ISSO. MAS DEPOIS TUDO FOI POSSÍVEL E OS MISERÁVEIS FORAM PAULATINAMENTE SENDO ABSORVIDOS POR ESTES MESMOS OFÍCIOS E TRANSFORMARAM-SE NA VIRTUOSA CLASSE MÉDIA. ISSO DEIXA OS COMUNISTAS INCONFORMADOS!

por Augusto Nunes

Ofícios seculares

Neste fim de semana, a coluna convida o leitor a recordar profissões e atividades inseparáveis da paisagem de épocas passadas. Algumas hoje parecem a caminho da extinção, mas há os ofícios que seguem esbanjando saúde. Confira:
Oficios03
Marceneiro

Oficios04
Cesteiro
Oficios07
Barbeiro
Oficios09
Ferrador
Oficios12
Sineiro
Oficios14
Costureiro de rede de pesca
Oficios15
Sapateiro
Oficios17
Costureira
Oficios19
Artesão especialista em crochê
Oficios20
Artesã
Oficios22
Telhadista
Oficios23
Queijeiro
Oficios24
Padeiro
Oficios25
Farmacêutica
Oficios01
Ferreiro
Oficios02
Mecânico
Oficios05
Tecelão

sábado, 12 de abril de 2014

COINCIDÊNCIAS SUSPEITAS


 publicado por M.Américo

 

 
Acabo de receber de um amigo, profundo conhecedor das teorias da conspiração, além de ser excelente pai de família e profissional aposentado, com tempo para navegar e acessar fontes importantes sobre matérias de interesse da humanidade que pouco interessam aos nossos formadores de opinião. A mensagem, com o título acima, adianta  informações  sobre alguns passageiros especiais do Voo MH370 da Malaysia Airlines.
Muitos marginais da informação no mundo inteiro têm investigado e escrito em livros e blogs, apresentando evidências e documentos, que vão na contra mão da informação oficial sobre assassinatos não solucionados, sobre a ação criminosa de governantes e grupos que dominam as instituições globais. Diante de tanta evidência o que dizem ser “conspiração”, torna-se “fato”. Os autores intelectuais são intocáveis. E determinam o silêncio.  Controlam as informações.
Meu amigo ilustra a mensagens com alguns fatos suspeitos e jamais explicados de modo convincente: 1) A enfermeira havaiana Loretta Fuddy foi a única vítima fatal em 2013, quando o avião em que viajava com outras oito pessoas, todas sobreviventes, caiu no mar depois de levantar voo do aeroporto de Kalaupapa. Foi ela quem verificou a autenticidade das cópias de certidão de nascimento de Obama no Havai.
O presidente norte americano Abraham Licoln, estava enfrentando os banqueiros. O presidente Kennedy, idem. As Torres Gemeas de Nova Iorque que o vulgo, crédulo na propaganda oficial, acredita ter sido um ato da Al Kaeda do Bin Laden, abriu caminho para justificar a aprovação da Lei que anula as liberdades individuais garantidas pela Constituição dos EUA.
O patrocinador de Nikola Tesla, John Jacob Astor IV, dono do Hotel Waldorf Astoria, junto com outras personalidades influentes da política norte americana e europeia, morreu de acidente. Era a pessoa que poderia atrapalhar os planos dos que desejavam promover a gasolina como matriz da energia mundial. Afundou com o Titanic. Os arquivos de Tesla foram confiscados pelo FBI e o planeta ficou sem os benefícios da “energia livre”, que atrapalhava os planos de .... Henry Ford,   os Rockefeller   e    J.P. Morgan, Thomas Edson…
Apenas para lembrar, aqui no Brasil a tortura e assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel tem como mandantes, como está testemunhado no livro escrito pelo ex secretário da Justiça Romeu Tuma Junior, autoridades do governo de Luiz Lula e do governo atual. Gente intocável. E que dizer das oito ou mais testemunhas que morreram sucessivamente, misteriosamente, em acidentes não explicados. O inquérito rola até hoje, sem solução convincente, mas com algumas condenações de participantes menores.
Eram passageiros do voo da Malaysia Airlines, 4 chineses funcionários da Empresa Freescale Semiconductor: Peidong Wang Suzhou,  Zhijun Chen Suzhou, Zhihong Cheng Suzhou e Li YingSuzhou, cada um detentor de 20% dos direitos sobre a patente norte americana  do Projeto-666 Chip. A patente foi registrada pelo escritório do United States Patent, quatro dias depois do acidente. Com a morte dos quatro chineses, todos os direitos, por lei, ficam para o “sócio” remanescente: a Freescale Semiconductor, uma empresa da Blackstone Inc., propriedade de Jacob Rothschild.
Abaixo a cópia do registro da patente. Os chineses que morreram no acidente são os 4 primeiros mencionados. A Freescale Semiconductor, que ficou com tudo, é a ultima.

 
 
 
12 de abril de 2014
Arlindo Montenegro é Apicultor.

UMA ALEGORIA EM 3D SOBRE O SENTIDO DA VIDA

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O QUE HOUVE COM OS RICAÇOS DA DÉCADA DE 1980? E SE FORMOS MAIS ATRÁS ENTÃO, COMO ENCONTRAREMOS OS DAS DÉCADAS DE 70,60 OU 50? FAÇAM UM TESTE NAS SUAS RESPECTIVAS CIDADES




MUITO INTERESSANTE E OPORTUNO. OBSERVEM QUE TODOS AQUELES QUE CONSEGUIRAM CONTINUAR GERAÇÃO APÓS GERAÇÃO A TRANSMITIR SUAS FORTUNAS SÃO TODOS GRUPOS QUE DE UMA CERTA FORMA TIVERAM E TÊM ESTREITAS LIGAÇÕES COM O ESTADO ( BANCOS E EMPREITEIRAS, PRINCIPALMENTE).

APENAS PODEMOS COMPLEMENTAR DIZENDO QUE O QUE AQUELES MESMOS IDEÓLOGOS OMITEM É DE QUE ISSO TUDO REALMENTE ACONTECE QUANDO O CAPITALISMO É DA ESQUERDA, QUANDO ESTÁ EM JOGO O CAPITALISMO DE ESTADO.

ESSE SIM, É QUE SUSTENTA E ETERNIZA GRUPOS FAMILIARES E DEMAIS COLIGADOS QUE DIVIDEM O CAPITAL QUE O ESTADO SOCIALISTA NÃO PERMITE QUE SEJA GERIDO PELA INICIATIVA PRIVADA.

É SEMPRE ASSIM, O CAPITALISMO SUJO QUE A ESQUERDA FAZ É PAGO COM A MOEDA DO CAPITALISMO PURO QUE ADMITE A LIVRE EMPRESA E A CONCORRÊNCIA ("VIDE URSS").

 
O que houve com os ricaços da década de 1980?
 
emptypockets510.jpgUm dos erros mais frequentemente encontrados na maioria das análises ideologizadas da ciência econômica é aquele que pressupõe uma visão estática da riqueza.  Quem pensa que a riqueza é estática cai no erro de considerar que, quando uma pessoa se torna rica, ela e seus herdeiros serão ricos — e cada vez mais ricos — para sempre. Não é necessário ir muito longe para encontrar um exemplo recente deste erro.  O economista Thomas Piketty, bastante em voga nestes tempos de demonização dos ricos, demonstra em seu deliciosamente equivocado livro Capital no Século XXI — o qual, obviamente, foi muito elogiado por Paul Krugman — que é muito provável que exista uma tendência dentro do capitalismo de que a rentabilidade do capital se situe acima da taxa de crescimento da economia, o que significa que a classe capitalista irá se apropriar de uma fatia cada vez maior da renda nacional, agravando as desigualdades sociais.
Pior ainda: Piketty também considera provável que os mais ricos dentro da classe capitalista tenham maiores facilidades para obter uma taxa de retorno superior àquela conseguida pelos capitalistas de menor dimensão, o que agravaria esse "curso natural" do capitalismo de fazer com que os super-ricos (e seus herdeiros) se apropriem de fatias crescentes da riqueza total.
Para demonstrar sua teoria, Piketty recorre ao ranking de bilionários elaborado anualmente pela revista Forbes e chega à seguinte conclusão: se agregarmos toda a riqueza possuída pela centésima milionésima parte da população mundial adulta em 1987 (ou seja, as 30 pessoas mais ricas do mundo em 1987) e compararmos esta riqueza à riqueza da centésima milionésima parte da população mundial adulta de 2010 (ou seja, as 45 pessoas mais ricas do mundo), chegaremos à conclusão de que esta riqueza cresceu a uma taxa média real anual de 6,8% (já descontada a inflação).  Isso é o triplo do crescimento médio anual do conjunto da riqueza mundial (2,1%).
Os super-ricos, portanto, estão cada vez mais ricos, segundo Piketty.  E estão mais ricos não por causa de sua exitosa gestão empresarial, mas simplesmente porque acumularam uma enorme quantidade de riqueza que é capaz de se auto-reproduzir como se estivesse no piloto automático. 
Como diz o próprio Piketty em seu livro: "Uma das lições mais impactantes do ranking da Forbes é que, a partir de um determinado valor de riqueza, todas as grandes fortunas têm suas origens ou na herança ou no valor gerado por uma empresa já estabelecida no mercado, e crescem a taxas extremamente elevadas — independentemente de se seu proprietário trabalha ou não trabalha."
No entanto, Piketty dá um salto lógico inadmissível: o fato de a riqueza da camada mais rica da sociedade ter crescido a uma taxa média anual de 6,8% entre 1987 e 2010 não significa que as pessoas ricas de 1987 sejam as mesmas de 2010. 
E isso faz toda a diferença em sua teoria.
Por exemplo, se o indivíduo A foi a pessoa mais rica do mundo em 1987, tendo uma riqueza estimada em 20 bilhões de dólares, nada impede que, em 2010, este mesmo indivíduo já tenha se arruinado por completo, e que outro indivíduo, o indivíduo B, tenha se tornado a pessoa mais rica do mundo, com uma riqueza estimada em 40 bilhões de dólares.
Tendo isso em mente, será que podemos concluir que a conservação e o acréscimo de riqueza é um processo simples e automático, o qual não requer nenhuma destreza pessoal da parte de seu proprietário?  É óbvio que não.
Por sorte, não há necessidade nenhuma de ficarmos apenas especulando hipóteses teóricas sobre o crescimento da riqueza dos super-ricos entre 1987 e 2010; podemos simplesmente analisar o que de fato ocorreu com os ricaços de 1987.  Será verdade que a riqueza deles cresceu desde então a uma taxa de 6,8% ao ano, como afirma Piketty?  Ou será que ela estancou ou até mesmo retrocedeu, fazendo com que eles tenham sido desbancados por outros criadores de riqueza?
Os dez homens mais ricos do mundo em 1987
Foi em 1987 que a revista Forbes começou a elaborar seu ranking de bilionários.  Se você olhar hoje aquela lista de 1987, provavelmente irá se surpreender: você não conhecerá praticamente ninguém.  E não, a razão disso não é que a maioria daqueles bilionários morreu; a razão é que praticamente todos eles viram seu patrimônio definhar de maneira considerável.
Comecemos pelo homem mais rico do mundo em 1987: o japonês Yoshiaki Tsutsumi, que tinha uma fortuna estimada em 20 bilhões de dólares.  A última vez em que ele apareceu no ranking da Forbes foi no ano de 2006, e sua riqueza já havia encolhido para 1,2 bilhão de dólares.  Descontando-se a inflação do período, isso equivalia a 678 milhões em dólares de 1987. 
Ou seja, tomando por base o poder de compra de 1987, sua fortuna caiu de 20 bilhões para 678 milhões entre 1987 e 2006, o que significa que sua riqueza encolheu 96% neste período.  E, desde 2006, sua riqueza continuou em irreversível declínio, de modo que ele hoje nem sequer figura no ranking da Forbes.
No entanto, segundo Piketty, a riqueza de Yoshiaki Tsutsumi deveria ter se multiplicado por seis.
O segundo homem mais rico do mundo em 1987 também era japonês: Taikichiro Mori.  Na época, ele tinha uma fortuna estimada em 15 bilhões de dólares, o que o tornaria, em 1991, o homem mais rico do mundo, superando Tsutsumi.  Taikichiro Mori faleceu em 1993 e legou sua fortuna a seus filhos: Minoru Mori e Akira Mori.  O patrimônio conjunto de ambos é atualmente de 6,3 bilhões, o que equivalia a 3,075 bilhões de dólares em 1987.  Ou seja, a riqueza encolheu 80%.
Não consegui encontrar dados referentes às atuais fortunas dos homens (ou de seus herdeiros) que ocupavam a terceira e a quarta posição da lista de 1987, os também nipônicos Shigeru Kobayashi e Haruhiko Yoshimoto, com fortunas estimadas em 7,5 bilhões e 7 bilhões de dólares respectivamente.  No entanto, o fato de que ambos estavam acentuadamente investidos no setor imobiliário japonês em 1987, e dado que este setor vivenciou uma acentuada desvalorização no período — tudo combinado ao fato de que não há quase nada na internet sobre eles (ou sobre suas famílias) —, parece sugerir que ambos não tiveram melhor sorte do que seus conterrâneos Tsutsumi e Mori.
O quinto lugar da lista de 1987 era ocupado por Salim Ahmed Bin Mahfouz, cambista profissional e criador do maior banco da Arábia Saudita (o National Commercial Bank da Arábia Saudita).  Naquele ano, o saudita gozava de uma fortuna estimada em 6,2 bilhões de dólares.  Em 2009, faleceu seu herdeiro, Khalid bin Mahfouz, com uma riqueza estimada em 3,2 bilhões de dólares, que equivaliam a 1,7 bilhão em dólares de 1987.  Ou seja, um empobrecimento de 72,5%.
O sexto lugar da lista era ocupado pelos irmãos Hans e Gad Rausing, donos da multinacional sueca Tetra Pak.  Ambos detinham um patrimônio estimado em 6 bilhões de dólares.  Atualmente, Hans Rausing, já com 92 anos de idade, possui um patrimônio estimado em 12 bilhões de dólares, e ocupa a 92ª posição entre os mais ricos do mundo.  Gad morreu no ano 2000, mas estima-se que seus herdeiros possuem uma fortuna de 13 bilhões de dólares.  No total, portanto, a fortuna de ambos passou de 6 bilhões de dólares para 25 bilhões.  No entanto, descontando-se a inflação do período, o enriquecimento de ambos foi muito menor: de 6 bilhões para 12,2 bilhões, o que equivale a uma taxa média de rentabilidade anual de 2,7%.  Muito abaixo dos 6,8% sugeridos por Piketty.
O sétimo lugar era ocupado por um trio de irmãos: os irmãos Reichmann, proprietários da Olympia and York, uma das maiores imobiliárias do mundo.  Sua riqueza também era estimada em 6 bilhões de dólares.  No entanto, cinco anos depois, a empresa protagonizou uma das mais estrondosas bancarrotas da história, a qual reduziu seu patrimônio a apenas 100 milhões de dólares.  Um dos irmãos, Paul, conseguiu se recuperar das cinzas e hoje a riqueza de seus herdeiros está estimada em 2 bilhões de dólares, equivalentes a 975 milhões em dólares de 1987.  Ou seja, uma perda de 84%.
A oitava posição estava ocupada por outro japonês, Yohachiro Iwasaki, com uma fortuna estimada em 5,6 bilhões de dólares.  Seu herdeiro, Fukuzo Iwasaki, morreu em 2012 com um patrimônio de 5,7 bilhões, equivalentes a 2,8 bilhões em dólares de 1987: ou seja, uma perda patrimonial de 50%.
Melhor sorte teve o nono homem mais rico do mundo em 1987: o canadense Kenneth Roy Thomson, proprietário da Thomson Corporation (hoje parte do grupo Thomson Reuters).  Naquele ano, Kenneth desfrutava um patrimônio de 5,4 bilhões de dólares; quando morreu, em 2006, havia conseguido incrementá-lo para 17,9 bilhões, equivalentes a 9,3 bilhões em dólares de 1987.  Neste caso, sua média de retorno anual foi de 2,9%.  De novo, muito abaixo dos 6,8% certificados por Piketty.
Finalmente, em décimo lugar estava Keizo Saji, com um patrimônio de 4 bilhões de dólares.  Saji morreu em 1999 com uma fortuna de 6,7 bilhões de dólares, a qual, descontando-se a inflação do período, equivalia a 4,6 bilhões em dólares de 1987.  Ou seja, uma taxa média de retorno anual de 1,1%.
A extremamente complicada conservação do capital
Ludwig von Mises já alertava para a inevitabilidade deste fenômeno ainda na década de 1940:
Em uma economia de mercado, naquela em que há liberdade de empreendimento, e ausência de privilégios e protecionismos estatais, a riqueza de um indivíduo representa a recompensa concedida pela sociedade pelos serviços prestados aos consumidores no passado.  E esta riqueza só pode ser preservada se ela continuar a ser utilizada — isto é, investida — no interesse dos consumidores. 
Atribuir a cada um o seu lugar próprio na sociedade é tarefa dos consumidores, os quais, ao comprarem ou absterem-se de comprar, estão determinando a posição social de cada indivíduo.  Os consumidores determinam, em última instância, não apenas os preços dos bens de consumo, mas também os preços de todos os fatores de produção.  Determinam a renda de cada membro da economia de mercado.
Se um empreendedor não obedecer estritamente às ordens do público tal como lhe são transmitidas pela estrutura de preços do mercado, ele sofrerá prejuízos e irá à falência.  Outros homens que melhor souberam satisfazer os desejos dos consumidores o substituirão.
Os consumidores prestigiam as lojas nas quais podem comprar o que querem pelo menor preço.  Ao comprarem e ao se absterem de comprar, os consumidores decidem sobre quem permanece no mercado e quem deve sair; quem deve dirigir as fábricas, as fornecedoras e as distribuidoras.  Enriquecem um homem pobre e empobrecem um homem rico.  Determinam precisamente a quantidade e a qualidade do que deve ser produzido.  São patrões impiedosos, cheios de caprichos e fantasias, instáveis e imprevisíveis.  Para eles, a única coisa que conta é sua própria satisfação.  Não se sensibilizam nem um pouco com méritos passados ou com interesses estabelecidos.
Contrariamente ao que muitos imaginam, e ao que Thomas Piketty pretende demonstrar, não é nada simples conservar seu patrimônio em uma economia de mercado: este sempre estará ao sabor (1) das volúveis e inconstantes preferências dos consumidores, (2) do surgimento de novos concorrentes que podem acabar roubando sua fatia de mercado, ou (3) de um possível reajuste (e posterior colapso) do preço dos seus ativos.  É falso dizer que há um valor acima do qual a acumulação de capital passa a ocorrer de modo quase automático.
Ao contrário, aliás: quanto maior for o patrimônio pessoal de um indivíduo, mais complicado será fazê-lo crescer: as oportunidades para reinvestir todo o seu capital a altas taxas de retorno são muito escassas, a menos que se queira arriscar e se aventurar em outros mercados, nos quais não se tem nenhuma vantagem comparativa. 
As mesmas razões que fazem com que um estado grande seja um péssimo gestor de capitais servem para explicar por que os bilionários vão ficando sem ideias e aptidões para gerenciar sua fortuna — até o ponto em que não mais são capazes de se reinventarem continuamente, acabando por ver seu patrimônio reduzido, nem que seja apenas pela inflação.  Não é à toa que a sabedoria popular a este respeito vale mais do que as elucubrações de muitos economistas míopes: from clogs to clogs in three generations[1], o que significa que a riqueza acumulada por uma geração já estará totalmente dissipada na terceira geração.
Atualmente, com efeito, nem sequer são necessárias três gerações.  Bastam três décadas para se perder quase tudo.
Em 2013, os sobrenomes Tsutsumi, Mori, Reichmann, Iwasaki e Saji eram praticamente irrelevantes.  Da mesma maneira, em 1987, muitos dos homens mais ricos da atualidade — Bill Gates, Amancio Ortega, Larry Ellison, Jeff Bezos, Larry Page, Sergey Brin, Mark Zuckerberg — estavam trabalhando em uma garagem, ou estavam fazendo faculdade, ou estavam brincando no jardim de infância.  Nenhum herdou sua atual fortuna.  Veremos quantos deles seguirão na lista dentro de três décadas.


[1] Clogs é um tipo de sapato barato, feito inteiramente de madeira e comumente utilizado por operários que realizam trabalho pesado.

terça-feira, 8 de abril de 2014

DEPUTADA VENEZUELANA MARIA CORINA É ENTREVISTADA NO PROGRAMA RODA VIVA. A MINHA CRÍTICA SOBRE A PSICOPATIA ESQUERDISTA QUE DOMINA O JORNALISMO BRASILEIRO.

por Aluizio Amorim

O programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, conduzido pelo jornalista Augusto Nunes, foi a entrevistada, a deputada venezuelana Maria Corina Machado, a mais votada no seu país e considerada uma das mais valentes personalidades da oposição daquele país.
E, justamente sua valentia, sua luta obstinada em defesa da democracia, seriamente avariada pela ditadura chavista, lhe custou recentemente a cassação pura e simples por determinação de Nicolás Maduro, um títere do regime comunista cubano.
A sorte é que o programa Roda Viva é conduzido pelo Augusto Nunes, um colega que honra a nossa profissão de jornalista. Não fosse Augusto Nunes, provavelmente a passagem de Maria Corina Machado por São Paulo, teria passado em branco. No seu lugar poderia estar no centro da Roda Viva, algum arauto do Foro de São Paulo, um áulico do PT e defensor da vigarice comunista.
Em que pese essa melhora evidentemente do programa sob a condução do competente Augusto Nunes, reconhecidamente um dos melhores jornalistas em atividade na grande imprensa nacional, não deve ser nada fácil conseguir preencher a bancada de entrevistadores. Quero me referir ao fato de que a maioria dos jornalistas brasileiros são militantes comunistas ou rematados idiotas que chafurdam no lodaçal da ideologia politicamente correta. 
Não estou dizendo nada de original. Isso se envidencia pelo conteúdo dos grandes jornais e da maioria das redes de televisão. Escamoteiam a informação e são incapazes de tecer uma crítica consistente sobre o que se passa na Venezuela e no resto da América Latina.
Por que escondem coisas como o Foro de São Paulo. Por que não tratam o tiranete da Venezuela pelo seu verdadeiro nome: ditador comunista assassino? Por que esses semoventes metidos a sabidos, embora sejam raquíticos intelectualmente, mentem e tergiversam sistematicamente? Todas as iniqüidades que se abatem sobre o Brasil e América Latina, e agora sobretudo no  Brasil pela roubalheira desvairada do PT, tem um nome: Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 com o objetivo de comunizar o continente. Por que os semoventes da grande mídia não tocam neste assunto?
Notem por exemplo, que uma jornalista da bancada pergunta se os coletivos não seriam integrados por elementos da oposição ou, ainda, se a oposição estaria armada. Trata-se de uma armação vagabunda para impingir à oposição venezuelana a culpa pelo turbilhão repressivo e assassino desencadeado pela ditadura comunista. É uma pergunta que não tem cabimento e revela uma ignorância monstruosa em relação ao que vem a contecendo há 15 anos desde que histriônico psicopata Hugo Chávez chegou ao poder.
O grande jornalista Augusto Nunes deveria diversificar um pouco a bancada do Roda Viva, convidando outros jornalistas que não estejam trabalhando na grande imprensa. Salvo, evidentemente, os jornalistas da revista Veja, que é hoje a única publicação cuja redação não é patrulhada pelos vermes esquerdistas.
E para não me alongar, vejam como os jornalistas da bancada se referem seguidamente Henrique Capriles, que todos sabem tem um viés conciliador. Capriles está livre e solto; Leopoldo López está preso há quase dois meses de forma completamente absurda e arbitrária. 
Os jornalistas da bancada, com exceção de Augusto Nunes, não conseguem esconder o fato de que padecem de psicopatia de natureza grave. Tanto é que tratam o tiranete Nicolás Maduro de Presidente.
Esses psicopatas me causam um nojo indescritível. Principalmente porque são os grandes responsáveis na promoção da lavagem cerebral imposta aos cidadãos brasileiros de forma a transformá-los em robôs  sob o controle do Barba, aliás, Lula, o psicopata chefe e seus sequazes. A finalidade é transformar o Brasil mais adiante numa espécie de Venezuela verde e amarela. 
Repito: sem o engajamento sistemático ao petismo por parte da grande mídia nestes últimos 11 anos, as coisas não estariam assim. Vejam por exemplo como o chefete da revista Época tenta fazer crer que o chavismo é uma maravilha. É por isso que a revista Época é uma porcaria do começo ao fim e encalha nas bancas e também na internet. Não é uma revista, é mais uma arapuca da Rede Globo para mamar nas tetas do governo petista. O almoço que a família Marinho realizou na casa do falecido Roberto Marinho, quando D. Lili estava viva, em homenagem à Dilma Rousseff no calor da campanha presidencial, é algo nojento e asqueroso. Lembram-se?

domingo, 6 de abril de 2014

ESSE ASSUNTO PARA MIM JÁ ESTARIA ENCERRADO, MAS...

...CONTINUAM DANDO ASAS À IMAGINAÇÃO PRINCIPALMENTE AGORA QUANDO FAZEM 50 ANOS DO GOLPE QUE DESENCADEOU NUMA DITADURA MILITAR QUE DUROU 21 ANOS. ISSO É MUITO PROVEITOSO PARA AQUELES QUE AINDA DESEJAM UM REGIME SOCIALISTA DE CONTROLE TOTAL DO ESTADO QUE NÃO SIGNIFICA OUTRA COISA SENÃO UMA OUTRA DITADURA.

UMA PROVA VIVA E INCONTESTÁVEL DE QUE A DITADURA MILITAR NO BRASIL LUTAVA CONTRA FORÇAS ANTAGÔNICAS QUE QUERIAM IMPLANTAR AQUI UMA DITADURA COMUNISTA NOS MOLDES DA URSS OU CUBA É QUE COM A SUA DESMANTELAÇÃO, QUANDO ESTAS FORÇAS ANTAGÔNICAS FORAM VENCIDAS, NÃO SE MOSTROU UM POVO INSATISFEITO, QUE SE MANIFESTASSE CONTRA O GOVERNO. O POVO TODO ESTAVA SATISFEITO COM O GOVERNO MENOS OS INTELECTUAIS, DIFERENTEMENTE DA MAIORIA DOS PAÍSES EM QUE TAMBÉM HOUVERAM DITADURAS, DIFERENTE POR EXEMPLO DO QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA NA VENEZUELA E DO QUE JÁ ACONTECE EM CUBA HÁ 50 ANOS.

ALGUM BRASILEIRO FUGIU DO PAÍS, A NÃO SER OS IDEÓLOGOS DO COMUNISMO QUE AQUI FORAM VENCIDOS? ESSA É A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR!

PARA PESSOAS QUE, COMO EU, NÃO ACEITA NEM SEQUER IMAGINAR SEU PAÍS SOB QUALQUER DITADURA INDEPENDENTE DE QUE COLORAÇÃO VENHA A TER, VER AGORA, SER TRAZIDO À TONA COISAS QUE NÃO DIZEM RESPEITO AO POVO NESTE MOMENTO, QUANDO MUITAS OUTRAS COISAS MAIS IMPORTANTES PODEM ESTAR PASSANDO AO LARGO DE SOLUÇÕES CONCRETAS, SÓ FAZ SENTIDO PARA ENGANÁ-LOS E PARA SATISFAZER INTERESSES IDEOLÓGICOS DESSA CORJA QUE ATUALMENTE ESTÁ NO COMANDO DO ESTADO.

SÓ A ELES ISSO INTERESSA AINDA MAIS PARA DAR VALOR AGORA,A UMA COISA QUE NO SEU DEVIDO TEMPO NÃO TEVE UM GRAU MUITO ALTO.
AQUI NÃO SE MATOU QUASE NINGUÉM SE COMPARARMOS COM AS OUTRAS DITADURAS E EM SENTIDO POSITIVO, SE CONSEGUIU ESCAPAR DE TER AQUI UMA CUBA OU UMA UNIÃO SOVIÉTICA LATINA, QUE AÍ SIM TERÍAMOS MUITAS MORTES A CONTABILIZAR QUE OS EXEMPLOS HISTÓRICOS SÃO FARTOS A NOS MOSTRAR.
j.a.mellow

sábado, 5 de abril de 2014

O MASCATE PUBLICOU E A GENTE REPUBLICA

Comunismo no cu dos outros é refresco. Né Jandira Feghali?

A Deturpada Fedemal pelo PC do Bosta, Jandira Feghali, aquela que já andou arrancando os pelos da barba de milho berrando aos quatro ventos e exigindo que calem Rachel Sheherazade no SBT.
Bombou pela rede os impropérios e ameaças que a deturpada vomitava contra a jornalista e ao SBT. Lembram?
Não?  Ahhhh....Vão procurar no GOOGLE...
Uma comunista que se preze tem que ter uma agenda para odiar, afinal o ódio é a força que move todo comuna. Eles tem verdadeiro ódio contra a livre iniciativa e ao capitalismo selvagem....
PERAÊ!!!!  Eles tem ódio ao capitalismo e a livre iniciativa?
Mas que porra é essa da foto?
A Deturpada é burguesa porca capitalista empresária da livre iniciativa exploradora da mão de obra das classes operárias oprimidas e minorias mal remuneradas, é dona de restaurante?
E segundo a imprensa, está "abrindo o negócio"...ops...abrindo duas filiais?
Ahhhhh!!!! Vá papotaquepareu!!!
Assim fica dificil, no Brasil até comuna é empresário?
Taí a imagem que não deixa mentir, agora tem uma coisa que me deixa inquieto...será que a Deturpada socializa a boca de porco e abre as portas para servir "di grátis" refeições para o povo? Ou o socializar é lindo apenas nos discursos eleitoreiros?
Chego a conclusão que TODO comuna é estelionatário político, fazem discursos de arrepiar Karl Marx, mas quando olham para as "verdinhas" esquecem do discurso e da ideologia...  Palhaços..
Mas uma coisa tem de bom nesse investimento da comuna no setor de alimentação, ela vai poder comprar todos os insumos para seus restaurantes dos agricultores e pecuaristas do MST, além é claro, que com um cardápio a preços "camaradas" os manifestantes pagos com Tubaína e sanduba de "mortandela" poderão ser pagos com o Bolsa Lavagem e irem comer na boca de porco da cumpanhêra que certamente irá aderir ao programa.
O que vai deixar a concorrência e a nós da direita tristes é que não iremos mais ver os manifestantes desses movimentos vagabundos enchendo o rabo nos Out Backs e Mac Donalds da vida....

O que eu sei é que pelo visto, comunismo no cu dos outros é refresco.

E PHOD@-SE!!!

PRA QUEM PRESIDE EMPRESA ESTATAL, PREJUIZO SIGNIFICA LUCRO

Do Coronel Leaks

COM DILMA PRESIDINDO O CONSELHO, PETROBRAS FEZ DE TUDO PARA TER PREJUÍZO BILIONÁRIO EM PASADENA


Dilma mandava no Conselho de Administração.

Documento a que o Jornal Nacional teve acesso mostra que mesmo antes de ter sido obrigada pela justiça americana a comprar toda a refinaria de Pasadena, no Texas, a Petrobras já tinha feito uma proposta bilionária à ex-sócia Astra Oil. Os detalhes da negociação entre as empresas estão no depoimento de um diretor da Astra Oil à justiça americana, em 2009, depois que as duas empresas se desentenderam.

Alberto Feilhaber, que já foi funcionário da Petrobras, afirmou que a empresa brasileira chegou a propor mais de um R$ 1 bilhão para ter o controle total da refinaria antes mesmo de a justiça americana estabelecer o valor final do negócio. Feilhaber foi funcionário da Petrobras até 1995, quando foi contratado pela Astra como alto executivo. Em fevereiro de 2005, ele mandou uma carta para Nestor Cerveró, então diretor da área internacional da Petrobras, oferecendo parceria em Pasadena. Cinco meses depois, a Petrobras fez a primeira oferta de compra: US$ 332,5 milhões por 70% da refinaria. Não houve acordo.

Em dezembro de 2005, a Petrobras faz uma segunda proposta: US$ 360 milhões, mas por apenas metade da refinaria, o que fez a oferta original subir 50%. A Astra Oil aceitou. Em fevereiro de 2006, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a compra da refinaria de Pasadena. Depois que as duas empresas passaram a discordar sobre investimentos, a Astra Oil usou claúsulas do contrato para forçar a Petrobras a comprar a outra metade da refinaria. A disputa foi parar na Justiça americana.

Mas antes disso, segundo o depoimento de Feilhaber, a Petrobras fez ofertas altas para ficar como a única dona. Ele contou à justiça americana que Cerveró indicou, durante uma reunião em novembro de 2007, que estava autorizado a oferecer até US$ 700 milhões pela outra metade da refinaria. A proposta foi oficializada num memorando enviado pela Petrobras no dia 4 de dezembro. No dia seguinte, a Astra emitiu um documento aceitando a oferta. Com isso, antes mesmo de a justiça americana decidir que a Petrobras deveria comprar o restante da refinaria, a companhia brasileira já tinha aceitado pagar mais de US$ 1 bilhão.

Só que o Conselho de Administração da Petrobras vetou a compra. No fim do processo judicial, em 2012, a empresa brasileira acabou gastando cerca de R$ 1,3 bilhão por uma refinaria que valia, em 2005, US$ 42,5 milhões.

Procurada pela reportagem, a Petrobras não comentou o depoimento de Feilhaber. A empresa informou que uma comissão interna está investigando os detalhes do processo de compra da refinaria. O advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, também não quis comentar as negociações para a venda da refinaria. Mas disse que Cerveró vai explicar pessoalmente o caso - em momento oportuno.

A compra da refinaria vem criando mal-estar no governo e dentro da Petrobras. O negócio levantou suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas na negociação – mas ganhou ainda mais repercussão porque, na época, quem presidia o Conselho de Administração da estatal, que deu aval à operação, era a atual presidente da República, Dilma Rousseff.

No mês passado, Dilma declarou, em nota, que apoiou a compra com base em um resumo técnico que trazia "informações incompletas" e "omitia qualquer referência às cláusulas, que se fossem conhecidas, seguramente não seriam aprovadas pelo conselho de administração da Petrobras". O negócio é alvo de investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), da Polícia Federal e do Ministério Público, e parlamentares duelam no Congresso Nacional pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a estatal.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

É A CARA DO PETRÓLEO BRASILEIRO!

ODE A DILMA

SE ELA TIVESSE NASCIDO NO SÉCULO XIX, ALGUÉM TERIA DITO: COITADA UMA MULHER MAL AMADA! 
AQUI, NO PRESENTE MUITOS AINDA SE PERGUNTAM POR QUE PRECISAMOS VER ESSAS COISAS SEREM SAÍDAS DA BOCA DE ALGUÉM QUE NÃO SE SABE QUAIS OS SEUS VERDADEIROS ANSEIOS. 
DILMA É ASSIM, ALGO SEM FORMA