O PANORAMA VISTO DA SERRA

domingo, 19 de janeiro de 2014

MARXISMO CULTURAL: ENTENDA COMO FUNCIONA A ESTRATÉGIA DOS COMUNISTAS DO SÉCULO XXI PARA A TOMADA DO PODER TOTAL!

(UM RESUMO BEM FEITO DE TODA A REVOLUÇÃO CULTURAL EM CURSO, FALTANDO APENAS ELUCIDAR PARA AQUELES QUE AINDA CONSEGUIREM PENSAR, COM EXEMPLOS QUE PROVAM O CONTRÁRIO DE TUDO ISTO.


do Blog do Aluizio Amorim

O texto que segue após este prólogo é do blog português Marxismo Cultural quee transcrevo no original. Trata-se de um guia para compreender a solerte ação do marxismo cultural. Como já afirmei em outros textos aqui no blog, o comunismo do século XXI não atua mais por meio da violência física como no passado. A sua estratégia é articulada no plano cultural pela metaformose dos conceitos. 
Reparem que os conceitos são construtos mentais por meio dos quais nomeamos a realidade. O marxismo cultural, então, trata de corromper esses conceitos, que oferecem e ou definem uma coisa ou um dado valor cultural. O objetivo é mudar o conceito operacional de determinada categoria de pensamento. Por exemplo: “democracia”. Quando usamos esse conceito queremos nos referir a um Estado em que há liberdade, eleições livres e diretas e alternância do poder; poderes legislativo, executivo e judiciário; segurança jurídica que se traduz pelo império da lei, ou seja, de uma Constituição originária de uma assembléia constituinte legitima.
Pelo viés marxista “democracia” tem outro sentido.Vincula-se à noção de “centralismo democrático”, isto é, tudo emana do Partido Comunista, ainda que as leis aprovadas sejam mascaradas pela anuência do que denominam “assembléia popular”. O Partido é um ente que domina toda a vida social e política de uma Nação socialista. Grosso modo, é isso que ocorre e bem se vê que o conceito de “democracia” para os revolucionários comunistas tem um sentido bem diverso. Incrível, não? “Democracia” para os comunistas nada mais é que uma ditadura pura e simples! 
O texto que segue procura explicar o que está acontecendo hoje em dia no mundo Ocidental. Lendo com calma e refletindo sobre o conteúdo deste texto é possível começar a compreender o que é o marxismo cultural e como ele opera. Compreendendo isso, como se diz na gíria, é dar o pulo do gato! Leiam: 
A Teoria Crítica é a chave ideológica que explica a maioria das posições esquerdistas. As críticas divisionistas da Esquerda relativas à Cultura Ocidental têm por objectivo destruí-la nos seus fundamentos, guiando-a para um sistema marxista e um regime opressivo. Felizmente, a Esquerda tem exagerado nos seus slogans do tipo " racista",  "sexista" ou "homofóbico", e muitos já conseguem compreender as suas implicações.
Abaixo, constam alguns exemplos da estratégia "dividir-e-conquistar" dos neo-marxistas e de como os cidadãos ocidentais são colocados uns contras os outros enquanto a Esquerda toma o poder, atropela Constituições e implementa a sua estratégia de "transformação fundamental".
Pretos vs Brancos
Os pretos são encorajados a culpar os brancos pelas  suas provações e angústias. Apesar da escravidão ter sido formalmente abolida como instituição há cerca de 150 anos, a Esquerda continua a defender a ideia de que as nações ocidentais são fundamentalmente racistas. O mesmo se aplica à imigração em massa como um todo, os brancos são acusados de "racismo" de berço e os imigrantes e multiculturalistas encorajados e apoiados por Esquerdistas, enquanto  minam e diluem a cultura branca ocidental e, a longo termo, a destroem irremediavelmente.
Homens vs Mulheres
O Feminismo radical surgiu nos anos 70 do século passado como resultado da "revolução" sexual. A maneira feminista de interpretar a História pelo prisma da "mulher calada" é levada ao extremo. A extrema-esquerda, dominante em imensas universidades, sobretudo departamentos de "Estudos Femininos" e "Estudos de Género", propagou as teorias radicais de que o "género" é uma narrativa e que não existem diferenças reais entre dois sexos, com excepção dos órgãos genitais. Isto, apesar de biólogos, neurofisiologistas e a corrente dominante dos especialistas em pedagogia e desenvolvimento infantil contradizerem esta mentira.
O efeito do feminismo radical é um antagonismo desnecessário entre homens e mulheres. A já desmascarada e suposta "guerra contra as mulheres" é um exemplo gritante desta táctica. A noção das mulheres "oprimidas" pelo homem e o conceito da unidade familiar enquanto "opressão" são decalcados do Manifesto Comunista.
Filhos vs Pais
A rebelião contra a autoridade paterna é glamourizada culturalmente através de filmes e música. Além disso, a juventude é "sexualizada" em idades cada vez mais precoces ( de acordo com teóricos radicais como Gyorgy Lukacs, isto ataca o núcleo do Cristianismo e leva a juventude à revolta contra os pais ). As crianças são encorajadas a desobedecer aos pais o que, reconheçamos não é uma tarefa difícil. Mas, mais surpreendente, as crianças também podem ser ensinadas a vender ideias esquerdistas aos seus progenitores, como o ambientalismo, ou mesmo a "espiarem-nos."
A Família vs A Ama Estatal.
As crianças são cada vez mais educadas em creches e infantários, os quais tendem a ensinar valores marxistas elementares enquanto "partilha". "Imaginação" e "criatividade" também são confusa e desordenadamente enfatizados nestas instituições, em detrimento e como se fossem oposição à leitura, escrita ou cálculo.
O sistema educacional mantém as crianças nas escolas até o mais tarde possível. A promulgação da adolescência perpétua origina jovens adultos com personalidades fracas e influenciáveis, facilmente manipuláveis por discursos de "esperança" (no mítico mundo melhor )  e de "mudança" (revolução), que tendem à revolta contra a ordem social e a olhar para o Estado como um pai adoptivo.
O Sistema de Ensino é o ponto chave da estratégia marxista reinventada que dá pelo nome de Marxismo Cultural.
Heterossexuais vs Homossexuais
A Esquerda politizou a sexualidade ao ponto de estabelecer regras e regulamentos especiais em benefício dos homossexuais ( tais como leis de habitação, recrutamento militar, detenção..). Aqueles que questionam a normalização do comportamento homossexual na sociedade, escolas primárias incluídas, são rotulados como "homofóbicos".  O "casamento" gay torna-se uma questão política, apesar de Casamento ser tradicionalmente uma questão religiosa.
A agenda homossexualista é alimentada e executada pela escola marxista cultural como um ataque ao núcleo da civilização, de forma a afastar gradualmente as crianças do pensamento e da família tradicional.
Intelectuais vs. Classe Operária
Uma maneira dos ditos intelectuais progressistas marginalizarem conservadores e cidadãos comuns é definir inteligência como concordância com a agenda marxista.
O Marxismo defende que a "consciência revolucionária" vem do reconhecimento da História como regida pela "luta de classes" entre pobres e ricos.  O ponto elementar no materialismo dialéctico pressupõe que o pensamento do Homem reflecte o seu ambiente material (económico). O proletariado, ou os oprimidos, são o futuro da consciência mundial; isto acontecerá assim, supostamente, por causa das contradições internas do capitalismo, como seja o declínio dos salários até ao limite da subsistência, condenando o sistema ao colapso. Qualquer um que não se reveja nesta narrativa como verdade, em particular operários ou indivíduos de classe média, ou aqueles que a critiquem com veemência, demonstram "alienação de consciência."
Cidadãos Nativos vs Imigrantes/Multiculturalismo
A Esquerda encara o Multiculturalismo em primeiro lugar e acima de tudo como um aliado no desmoronamento daquilo que entendem como dominação e opressão branca. Os chavões incluem "diversidade", "enriquecimento" e "necessidade" culturais, usadas para para ocultar a verdadeira razão pela qual o apoiam. O Multiculturalismo é o sonho molhado do Marxismo Cultural. Quem ao primeiro se opuser é imediatamente rotulado como "racista".
Os cidadãos nativos de qualquer nação branca não têm o direito de ambicionar viver numa cultura e etnia homogénea. Mas por outro lado, os imigrantes e as suas culturas são apoiadas e elevadas acima da cultura do povo anfitrião.
Pelas leis impostas pelo estado, qualquer pensamento ou visão oposta ao Multiculturalismo pode resultar em acusações criminais e prisão, perda de emprego e expulsão da vida pública. Assassinatos de carácter perpetrados pela imprensa controlada também são uma estratégia usada para intimidar qualquer um que se erga contra a investida multiculturalista..
Nacionalistas vs Anti-Nacionalistas
Defensores da Pátria e do Patriotismo são, pejorativamente, classificados como "reaccionários". Contudo, patriotismo define-se como "amor à pátria" e implica respeito pelas suas instituições, tradições e ideais que estão na base da fundação de cada país.
Os Nacionalistas são vistos pela Esquerda como perigosos obstáculos ao projecto globalista: os lugares-comuns esquerdistas para atacar o Nacionalismo são geralmente "xenofobia" ou "intolerância". Mas também "nazismo" e "fascismo". Esta maneira de culpar por associação traduz a ideia de que amar e celebrar a própria Pátria é um mal semelhante a esses, que deve ser combatido por todos os meios.
O combate ao  Patriotismo e Nacionalismo existe porque estes entram em conflito com  a agenda internacional globalista da Esquerda e suas mentiras. O Nacionalismo é o sistema imunitário das nações, a Esquerda é a sua doença. Ridicularizar os nacionalistas e patriotas, relacionando-os com Hitler, é uma ilustração expressiva da mentalidade deformada da Esquerda.
Os movimento pacifistas usam qualquer meio para suprimir aquilo que consideram o "vírus" nacionalista. As nações ocidentais são acusadas de colonialismo e imperialismo, qualquer patriota será ridicularizado com chavões, levando o cidadão comum a associar nacionalismo a maldade e a afastar-se dele. O sistema de ensino e o revisionismo histórico servem de controlo mental das massas. Os marxistas culturais atacam uma ideia falsa, (um espantalho) para promoverem a sua ideologia mentirosa.
Conclusões
Em termos práticos, o que é imediatamente necessário para responder à Teoria Crítica é uma defesa intransigente da Nação, Família, Constituições, Religião; tal como a denúncia e exposição daqueles que corrompem tribunais, escolas, universidades, imprensa, indústria de entretenimento e governos.
Nunca haverá um país livre de conflitos, mas é possível identificar quem incendeia as paixões e manipula as pessoas para obter fins ingénuos e perigosos. Isto só é possível ser feito conhecendo verdadeiramente a natureza do inimigo e os seus planos. Na guerra cultural, como em qualquer outra, isto é fundamental para formular qualquer estratégia.
"O preço da liberdade é a vigilância eterna"  Thomas Jefferson 
Dizem alguns que o Marxismo Cultural não existe, dizem que Karl Marx não escreveu sobre Cultura, exigem definições de Marxismo Cultural. Existem várias definições, de vários autores. Só porque existem pessoas que não acreditam que não existe, não significa que não vigore em todas as sociedades ocidentais. É o Marxismo reinventado para atacar a Cultura, o Marxismo daqueles que perceberam o motivo pelo qual as ideias de Karl Marx falharam e as reformularam em termos culturais para atingirem o mesmo fim. O Marxismo Cultural tem muitos aspectos envolvidos, é um conjunto de falsos conceitos lançados através de qualquer meio de influência social, e tem por objectivo o desmantelamento da fundação da sociedade como forma de a transformar.
Quando verificamos que os fundadores do Marxismo Cultural da "Escola de Frankfurt" quiseram chamá-la de "Instituto Marxista", mas optaram antes pelo título de "Instituto de Pesquisa Social" como forma de mascarar a sua verdadeira ideologia e intenções, então não devemos ficar surpreendidos quando os idiotas úteis da Esquerda de hoje negam a sua existência. Alguns não têm ideia de que são manipulados e lutam a favor do Marxismo Cultural. Estes são vítimas.
Outros sabem perfeitamente que existe uma escola de pensamento anti-Cultura, anti-Brancos e anti- Civilização Ocidental implementada nas instituições. Eles apoiam-na e impõem-na em qualquer oportunidade mas depois negam que ela exista. Eles conhecem as suas origens, o que não gostam é que outros se atrevam a chamarem-lhes aquilo que são.
O Marxismo Cultural é Desconstrução através da Crítica. Desconstrói e critica a História de uma Nação, distorcendo-a com mentiras. Desconstrói e critica a Família mentindo sobre o papel da paternidade. Desconstrói e critica a identidade cultural e étnica ocidental. Desconstrói e critica tudo o que se oponha aos seus objectivos. Resumindo, é um veneno destruidor que deve ser sempre desmascarado. Do blog Marxismo Cultural

KÁTIA ABREU: QUEREM ACABAR COM A PROPRIEDADE PRIVADA!

por Rodrigo Constantino

O artigo da senadora Kátia Abreu na Folha hoje é daqueles que devem ser lidos com muita atenção, e depois relidos. São verdades evidentes para qualquer um minimamente atento aos acontecimentos políticos do Brasil, mas que poucos, ainda mais na posição da senadora, têm a coragem de dizer.
Até porque, como a própria autora diz no começo, quem quer que diga tais verdades incômodas será logo tachado de paranoico, de adepto de teorias conspiratórias. É uma blindagem que fazem contra os fatos que geram desconforto.
E quais são estes fatos? Qual é essa verdade? Ora, a de que há em curso no país, hoje, um movimento poderoso que deseja destruir a propriedade privada e instaurar um regime autoritário com todo o poder no estado. A senadora sabe bem disso, pois seu setor, o rural, é o alvo predileto desses golpistas. Diz ela:
Usa-se o pretexto da crise social para invasões criminosas a propriedades produtivas: sem-terra, quilombolas e índios têm sido a massa de manobra, incentivada por ativistas, que, no entanto, não querem banir a pobreza.
Servem-se dela para combater a livre iniciativa e estatizar a produção rural. Espalham terror nas fazendas e, por meio de propaganda, acolhida pela mídia nacional, transformam a vítima em vilão. Nos meios acadêmicos, tem-se o produtor rural como personagem vil, egoísta, escravagista, predador ambiental, despojado de qualquer resquício humanitário ou mesmo civilizatório.
No entanto, é esse “monstro” que garante há anos à população o melhor e mais barato alimento do mundo, o superavit da balança comercial e a geração de emprego e renda no campo.
Como negar isso? Alguém pretende realmente acusar de paranoica a senadora? Só quem não tem olhos para enxergar, ou quem age com má-fé, por já ter sido capturado pelo movimento.
A tática usada por esses antidemocráticos é a velha máxima de dividir para conquistar. Como lembra Kátia Abreu, a “sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante”. ONGs endinheiradas estão por trás disso.
O país que pretendem construir? “Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia”.
Essa, sim, é a Kátia Abreu que aprendi a admirar! Não aquela que elogia e pede voto para Dilma, cujo partido, o PT, está associado até o talo a esse esquema bolivariano de destruição da nossa democracia.
r

sábado, 18 de janeiro de 2014

UMA VIAGEM PELO TEMPO EM QUE ANÚNCIO PUBLICITÁRIO ERA CHAMADO DE RECLAME

do Blog do Augusto Nunes

 
Neste fim de semana, a coluna convida o leitor a uma viagem pelo tempo em que anúncio publicitário era chamado de “reclame”. Confira alguns clássicos da propaganda brasileira em sua infância.
01

02
03
04

05
06

07
08

09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25

 

SIMPLESMENTE QUASE NÃO HÁ BRANCOS, COM EXCEÇÃO DOS RECÉM-CHEGADOS, E AINDA TEM GENTE QUE PERDE TEMPO OUVINDO ESSAS BESTEIRAS: MANIA DE AMERICANO QUE NUNCA SE MISCIGENOU E CHAMA QUALQUER MULATO DE NEGRO!

do Blog O Mascate

Os rolezinhos, a esquerda e o racismo...E VIVA O BRASIL!!!

E no país onde a falta de cultura faz a necessidade em criar uma pasta cabide "tipo ministério" para políticas sobre igualdade racial. 
Colocaram uma cumpanhêra no cargo de "ministra" que não consegue sair do lugar comum.
Uma pasta que lutaria pela igualdade racial, apesar que ser humano é tudo igual e a divisão por raças é apenas para anteder a interesses ideológicos e satisfazer aos politicamente corretos idiotas de plantão, sem contar que encabresta parcela da sociedade tida como "minorias" e inventa alguns benefícios exdruxulos e populistas sempre atrás de votos.
Bem, a sinistra da "igualdade racial" é de uma pequenez ímpar. Suas declarações são de uma obtusidade e preconceito nuncaantesvistosnahistóriadestepaís. Para a sinistra, tudo que não esteja de acordo com o que ela acredita é racismo e discriminação racial.
Já estamos cansados de ver pela mídia a quantidade de bobagens que dona Luiza é capaz de vomitar, como uma metralhadora giratória ela despeja seu ódio aos brancos á cada oportunidade.
Já vimos de tudo em matéria de intolerância oficial e de "capachismo" partidário partindo da bocarra da sinistra.
Em se tratando de crimes raciais que a pasta em que está empilhada a cumpanhera Luiza, a maior falta de vergonha na cara e de política realmente séria contra o racismo, foram os ataques raciais que o Ministro Joaquim Barbosa recebeu e continua recebendo dos MAV  e dos militontos do PT. Só que a intolerância racial tem ideologia, e se os brancos, ou não, atacam Barbosa pela cor de sua pele, isso não é racismo, é ideologia vagabunda hipócrita e barata.
Agora vem a ministra novamente e detona um balde de merda sobre a sociedade quando diz que a proibição dos rolezinhos em shoppings são discriminação racial, e medo que os brancos tem dos negros.
Bem, em uma sociedade séria tais declarações seriam o suficiente para que a sinistra perdesse o cabide, e ainda mais, poderia sofrer algumas sansões penais por pregar o "apartaide" Tupiniquim.
Os rolezinhos são um fenômeno social em que a esquerda já colocou as pútridas patas e vai dar no que deram os Black Blocs, e o estado de direito vai cada vez mais ficando em xeque, onde uma legião de tarados ideológicos travestidos de "intelequiutais" fomentam a baderna como forma de evolução social.
Com a ajuda da imprensa amestrada, com "intelequituais" imbecis, com um governo repleto de cretinos e com uma sinistra descaradamente racista, a sociedade Tupiniquim tende a convulsão social.
Os rolezinhos eram apenas um movimento de jovens da periferia que queriam aparecer. Hoje, ele está infectado pela ideologia do quanto pior melhor, aguardemos a situação sair do controle, em ano de Copa do Mundo isso só faz bem para a imagem do Brasil.
Mas, quem está preocupado com isso não é mesmo?
O que não podem é discriminar os jovens negros da periferia, afinal, nas periferias e nos rolezinhos só tem negros né? Não existem brancos pobres morando nas periferias.
E ainda teve um colunista de um jornal de sei lá onde que chamou a sinistra de Anta....Puta mania que esse povo tem de ofender as Antas!!!
E PHOD@-SE!!!

A FRAUDE EM ELEIÇÕES NO BRASIL É ANTIGA, E SE FORMOS CORRER ATRÁS DISSO PARA QUE VENHA A SIGNIFICAR ALGO EM LUGAR DE CORRERMOS ATRÁS DA CONSCIENTIZAÇÃO E CONFIANÇA DO POVO NAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS, ESTAREMOS SEMPRE ANDANDO EM CÍRCULOS E NUNCA AVANÇANDO NA ESSÊNCIA DAS COISAS.

Este anúncio foi publicado em 02/10/1959, para as eleições municipais em São Paulo, em que obteve fantástica votação para vereador um rinoceronte de nome Cacareco. Portanto nada mudou, ou até melhorou, quando falamos em Brasil, pois elegemos e possivelmente reelegeremos uma Presid...enta!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

UM DIREITO, PARA SER HUMANO, TEM QUE SER DE ALGUMA "MINORIA" INFLUENTE ENTRE ESQUERDOPATAS. GENTE POBRE QUE TRABALHA QUE SE DANE! OU: O OUTRO CRIME COMETIDO NO MARANHÃO!

por Reinaldo Azevedo
 
 
Quem é este segurando, com esse ar de prazer, uma bala de borracha?
Paulo Maldos - bala de borracha 2 Paulo maldos - bala de borracha 3
Vocês o conhecem. Já chego lá.
Um estrangeiro ou um marciano que visitassem o Brasil e decidissem se inteirar dos números da nossa economia certamente esperariam ver uma nação grata ao agronegócio, quase reverente, reconhecendo que, afinal, o setor livra o país do buraco. Em vez disso, os agricultores brasileiros têm de enfrentar a difamação promovida por setores do governo e da imprensa, pelo MST, por ONGs que se apresentam como porta-vozes de índios e quilombolas e até por atores da Globo e alguns comediantes, que não resistem à tentação de pôr a sua ignorância engajada a serviço da desinformação. Recentemente, o ataque mais boçal à produção agrícola brasileira e ao homem do campo partiu de uma autoridade do governo. Refiro-me ao senhor Paulo Maldos, velho conhecido deste blog, que é secretário de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência — braço-direito de Gilberto Carvalho. É aquele que aparece ali no alto. Já chego ao caso. Antes, é preciso lembrar alguns números para que se possa fazer um debate instruído.
Em 2013, a balança comercial brasileira teve o seu pior desempenho em 13 anos, com um saldo positivo de, atenção!, apenas US$ 2,5 bilhões. E, na verdade, ele é falso. Tem mandracaria aí, uma das muitas artimanhas da contabilidade criativa. O país registrou como entrada US$ 7,7 bilhões por conta da (falsa) exportação de sete plataformas de petróleo que, na verdade, não saíram de Banânia: foram fabricadas aqui, compradas por empresas como a Petrobras no exterior e alugadas para operar no Brasil. Entenderam? Sem o truque, a balança teria fechado no vermelho: US$ 5,2 bilhões.
E o agronegócio com isso? Pois é. Leiam post na home. No ano passado, o superávit comercial do setor foi de US$ 82,91 bilhões. Só para vocês terem uma ideia: o país exportou em 2013 US$ 242,17 bilhões — US$ 99,97 bilhões desse total — 41,28% — pertencem ao agronegócio. Em contrapartida, importou modestos US$ 17,06 bilhões — apenas 7,11% de um total de US$ 239,61 bilhões. Vejam que coisa: os brasileiros gastaram só em viagens no exterior, no ano passado, US$ 23,125 bilhões — 35,6% mais do que tudo o que importou o setor que livra o país do buraco.
Aplausos? Reconhecimento? Reverência? Que nada! O agronegócio brasileiro — na verdade, os produtores rurais de maneira geral — é tratado a tapas e pontapés. E, claro!, no grupo dos detratores que vai lá no primeiro parágrafo, é preciso incluir certo ambientalismo doidivanas. Um setor da economia opera com eficiência máxima para, na prática, financiar a farra daqueles que o difamam. Ou haveria o circo se começasse a faltar pão — inclusive sobre a mesa dos brasileiros? Porque é preciso deixar claro que o agronegócio opera a preços competitivos lá fora e abastece o mercado interno com uma das comidas mais baratas do planeta. Tudo isso é matéria de fato, não de gosto. As coisas são assim porque assim são as coisas. Não são matéria de gosto, de opinião, de achismo.
Acontece que…
Acontece que uma das configurações que assumiram as esquerdas contemporâneas prevê, deixem-me ver como chamar, a “reindianização” do Brasil. Mais números, que são, sim argumento: esse fantástico desempenho do agronegócio brasileiro é obtido com a agricultura e a pecuária ocupando pouco mais de 27% do território nacional. É nesse espaço que se produzem aqueles números que nos livram da bancarrota.
Atenção: essa área corresponde ao dobro daquela que é hoje ocupada por reservas indígenas, que abrigam uns 600 mil índios, onde não se produz uma espiga de milho. Ao contrário: os indígenas brasileiros — bem como boa parte dos sem-terra — se alimentam com cestas básicas fornecidas pelo poder público: sim, são os alimentos produzidos pelo “detestável”… agronegócio!!! Os comediantes, de fato, teriam com o que se fartar caso buscassem se informar, fugindo da piada fácil e do discurso ideológico bocó.
Maranhão
Brasil afora, multiplicam-se os confrontos entre índios e produtores rurais, decorrentes, na maioria das vezes, da reivindicação para ampliar áreas de reserva já estabelecidas ou da decisão da Funai — e seus antropólogos invisíveis —, de considerar indígenas territórios em que agricultores estão instalados há mais de século.
Neste exato momento, a tragédia de Pedrinhas não é o único crime — ou penca deles — que se comete no Maranhão. Há outro em curso. Agricultores instalados há décadas numa área declarada como pertencente aos índios Awá-Guajá terão de deixar suas terras. Atenção! São 1.200 famílias — perto de 6 mil pessoas. A própria Justiça admite que a esmagadora maioria é formada por agricultores pobres, que têm pequenas propriedades. O ódio ao agronegócio contamina, agora, até os pequenos produtores.
De volta a Maldos
Pois bem, na semana retrasada, o senhor Paulo Maldos falou à Voz do Brasil sobre o assunto e disse a seguinte barbaridade (em vermelho):
“A maioria dos ocupantes que se encontram ali vivem da extração da madeira, plantação de maconha e outros ilícitos, como já foi identificado há pouco tempo trabalho escravo na região. Então, a gente tem uma crise humanitária, digamos, em que você, por um lado, povos indígenas sem contato algum com a nossa sociedade, ou um contato muito recente, e, por outro lado, representantes, digamos, da nossa sociedade, que são o que temos de mais criminoso. Então, uma situação que o estado tem que se fazer presente, dando suporte a uma decisão judicial”.
Existem madeireiros na região? Sim! Há pessoas praticando crimes por ali? Não duvido. Mas é a regra? Não! Ao contrário. A maioria das famílias é formada de gente que ganha a vida honestamente, produzindo alimentos. A fala é absurda, truculenta, escandalosa. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), presidente da CNA reagiu (em azul):
“A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil vem a público repudiar as declarações levianas, irresponsáveis e ideológicas de um servidor público mal- intencionado, contra as quais buscará as medidas judiciais cabíveis.”
A presidente Dilma obrigou Maldos a se desmentir. Em nota, ele tentou remendar (em vermelho):
“Em relação à desintrusão da terra indígena Awá-Guajá gostaria de esclarecer que não foi minha intenção generalizar e afirmar que os agricultores que se encontram naquele local são plantadores de substâncias ilícitas. No local vivem muitos agricultores corretos e decentes. Se houve qualquer mal entendido a partir de minhas declarações, deixo claro que não foi essa minha intenção.”
A fala dele à Voz do Brasil é muito clara. De resto, este senhor tem uma atuação pregressa conhecida. Já lembrei aqui alguns de seus feitos.
Maldos é braço-direito de Carvalho. A ele cabe conversar com os movimentos sociais. Essa “conversa” assume um sentido muito particular: na prática, o governo os organiza e os financia. Maldos foi, por exemplo, o coordenador-geral do grupo de trabalho criado pelo governo federal para promover a desocupação de uma região chamada Marãiwatséde, em Mato Grosso.
Como ele trabalha? Nessa área, havia uma fazenda chamada Suiá-Missú, que abrigava, atenção!, um povoado chamado Posto da Mata, distrito de São Félix do Araguaia. Moravam lá 4 mil pessoas. O POVOADO FOI DESTRUÍDO. Nada ficou de pé, exceto uma igreja — o “católico” Gilberto Carvalho é um homem respeitoso… Nem mesmo deixaram, então, as benfeitorias para os xavantes, que já são índios aculturados. Uma escola que atendia 600 crianças também foi demolida. Quem se encarregou da destruição? A Força Nacional de Segurança. Carvalho e Maldos foram, depois, para o local comemorar o feito. Republico este vídeo impressionante que mostra o que restou daquela comunidade.

 

Maldos já disse a interlocutores que não descansa enquanto 25% do território brasileiro não forem destinados a reservas indígenas. Tem dito também que a violência dos índios é compreensível porque isso é uma espécie de direito à rebelião. De novo: o Brasil já destina hoje a menos de 600 mil índios (de um total de pouco mais de 800 mil) uma área correspondente a 26,6 Holandas, 11 Portugais ou duas Franças. Maldos quer 40 Holandas, 17 Portugais e 3,1 Franças. Agora o Pinheirinho.
Pinheirinho
Maldos não é um qualquer. Trata-se, reitero, de um profissional do conflito — e não da resolução de conflitos. Vocês devem se lembrar da desocupação do Pinheirinho, no interior de São Paulo. A Justiça determinou — e não cabia contestação à ordem — a desocupação de uma propriedade. Carvalho e Maldos acompanhavam tudo de perto. A Polícia Militar não podia mandar a Justiça às favas. Tinha de cumprir a ordem. O governo federal poderia ter resolvido tudo com uma assinatura: bastava desapropriar o terreno. Não o fez. Ficou esperando o conflito. Esperando? Não! Fez um pouco mais do que isso.
No dia da desocupação, adivinhem quem estava lá, ajudando a organizar a “resistência” dos invasores? Acertou quem chutou “Paulo Maldos”. Depois ele veio a público, com grande estardalhaço, anunciar que tinha sido atingido por uma bala de borracha. ATENÇÃO: ELE SE NEGOU A FAZER EXAME DE CORPO DE DELITO. Saiu a exibir uma bala de borracha por aí (foto no alto), dizendo ter sido atingido por um artefato daquele e posando de herói. Sim, uma tragédia poderia ter acontecido. Não aconteceu. Forças do oficialismo chegaram a denunciar ao mundo a existência de mortos e desaparecidos. Era tudo mentira.
Eis aqui um agricultor que está sendo expulso de sua terra no Maranhão. É este homem que Maldos considera “o que há de mais criminoso no Brasil”.

                                                  
Encerro
As 1.200 famílias que lá produzem seu sustento acabarão deixando a terra. A exemplo do que se viu em Raposa Serra do Sol, não se plantará mais nenhum grão ou pé mandioca por lá. Se não saírem por bem, pais de família serão coagidos pelas forças policiais. Hoje, são donos do seu destino. O governo lhes oferece como saída se cadastrar no programa de reforma agrária.
Escrevi na tarde de ontem um texto sobre a expansão do Bolsa Família. Brasileiro bom é brasileiro dependente da caridade oficial, não é mesmo? Gente que produz tem mais é de ser tratada a chicote. Sem querer pautar comediantes, dou uma dica: o próprio ouvidor da Secretaria Nacional de Direitos Humanos confirmou, em depoimento na Câmara dos Deputados, que os direitos fundamentais dos antigos moradores da fazenda Suiá-Missú foram violados. Quem se importa?
Afinal de contas, direitos, para que possam ser considerados “humanos”, têm necessariamente de ser direitos de alguma minoria sociológica influente no imaginário esquerdopata. Brasileiro pobre que trabalha que se dane. Que vá pedir esmola a Lula e Dilma, pô!

SE NÃO CONCORDA COMIGO, NÃO XINGUE! - DIZ O JORNALISTAZINHO COMUNISTA QUE CLARO, JÁ SABE DE ANTEMÃO QUE SEUS ARGUMENTOS SÃO INSUSTENTÁVEIS NO ÂMBITO DO PENSAMENTO HUMANO

"ROLEZINHO", O ATAQUE AOS SHOPPINGS, NA VISÃO DE UM JORNALISTA DO JORNAL 'O ESTADO DE S. PAULO'

Antero Greco é jornalista do jornal O Estado de São Paul e ESPN. Antero tem uma conta no Twitter onde expõe suas idéias, comentários e críticas. Selecionei alguns de seus twittes a respeito dos arrastões promovidos por bandidos nos shoppings de São Paulo, embora isso possa se alastrar pelo Brasil a fora. Já analisei esses ataques aos shoppings aqui no blog.

Chamam esse ato criminoso realizado por bandos convocados pelas redes sociais de "rolezinho", designação que foi acolhida com todo o entusiasmo pelos jornalistas da grande imprensa brasileira que, como Antero Greco, se tornaram uma espécie de fãs incondicionais desse atentado à segurança das pessoas.

Aqui está uma seleção dos twitts de Antero Greco que é, repito, jornalista do jornal O Estado de S. Paulo, veículo de mídia que está entre os maiores e mais importantes do Brasil.

As tuítadas de Antero Greco falam por si só. E não preciso acrescentar mais nada. Leiam neste facsímile abaixo e se quiserem ver mais acessem: https://twitter.com/anterogreco  

Todavia lembro aos estimados leitores que os comentários têm de se ater ao post e fundados em argumentos. Comentários contendo ataques pessoais e uso de palavreado chulo serão deletados. As críticas podem ser veementes, mas sempre baseadas em argumentos. Peço a compreensão de todos vocês. Obrigado.

PARABÉNS, SOLDADO BRASILEIRO!

O BRASIL MISERÁVEL É ASSIM: TODOS OS DIAS VEMOS IMAGENS INACREDITÁVEIS SOBRE A MISÉRIA DAS NOSSAS CRIANÇAS BRASILEIRAS. SOMOS UM POVO QUE PAGAMOS O MAIOR IMPOSTO DO MUNDO. NÃO ERAM  IMAGENS DESEJADAS DE TODOS OS DIAS.  ESTAS IMAGENS CHOCANTES MOSTRAM O QUANTO HÁ DE CORRUPÇÃO EM NOSSO PAÍS.  ABAIXO, A IMAGEM COMOVENTE DE UM SOLDADO BRASILEIRO ALIMENTANDO UMA CRIANÇA FAMINTA. PARABÉNS, JOVEM SOLDADO !
SE O GOVERNO DO BRASIL TIVESSE UM CENTÍMETRO DE LUZ, NOSSAS CRIANÇAS ESTARIAM LIBERTADAS DA MISÉRIA, PORQUE O DINHEIRO CORRE SOLTO PARA ALIMENTAR O EGO DE MUITOS GOVERNOS DE DITADORES SANGUINÁRIOS...

"MINHA CAIXA SUA DÍVIDA"!

Em ano eleitoral, Dilma dará R$ 1 bi a mais ao Minha Casa Minha Vida

Júnia Gama e Cristiane Jungblut, O Globo
Determinada a fazer do programa Minha Casa Minha Vida o grande trunfo da campanha pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff acionou as equipes técnicas do governo para concluir com rapidez estudos que lhe permitam lançar, o mais depressa possível, a terceira fase do programa, com uma nova meta: contratar a construção de 3,5 milhões de casas entre 2015 e 2018, contra 2,7 milhões da fase 2, que termina este ano.
Em ano eleitoral, a verba prevista no Orçamento da União para o Minha Casa foi turbinada: será cerca de R$ 1 bilhão a mais que em 2013. Segundo o Ministério do Planejamento, em 2014 haverá R$ 15,77 bilhões previstos no Orçamento.
Quando anunciou a terceira fase do programa, em novembro, o governo estimava 3 milhões de casas. Agora, Dilma quer 3,5 milhões para sua nova bandeira eleitoral. O núcleo político do governo e a equipe da reeleição sabem, com base em pesquisas qualitativas, que o Bolsa Família, já no 10º ano de vigência, não tem mais o poder eleitoral do passado, pois já é considerado uma conquista sem volta.

domingo, 12 de janeiro de 2014

COMUNISTAS SAEM DAS RUAS E ATACAM NOS SHOPPINGS PROMOVENDO TUMULTOS COM O DITO "ROLEZINHO". OS ESTAFETAS DO PT NAS REDAÇÕES DA GRANDE MÍDIA ADORAM.

postado por Aluizio Amorim

Acima seguranças de shopping de São Paulo prendem um marmanjão (foto de Veja), qualificado como adolescente, durante a tentativa de "rolé"; abaixo uma foto que nem precisa de legenda, flagra Clóvis Rossi sendo afagado por Lula que veste a jaqueta bolivariana presentada pelo tiranete Evo Morales. Rossi é homem forte da Folha de S. Paulo, integra o Conselho Editorial e é um conhecido "esquerda caviar" (by Rodrigo Constantivo). E, como todos sabem, a Folha de S. Paulo adora um "rolezinho".
A Polícia Militar e jovens que participavam de um ‘rolezinho’ entraram em confronto no início da noite deste sábado em São Paulo, relata o jornal Folha de S. Paulo. Segundo a PM, mais de 1.000 pessoas participaram do encontro no Shopping Itaquera, na Zona Leste da capital paulistana. No confronto, a polícia utilizou balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio para conter as pessoas que participavam do encontro, marcado através de redes sociais on-line.
Ainda segundo a PM, uma funcionária do shopping passou mal e foi retirada de maca. Muitos jovens entraram no centro comercial e começaram a cantar e gritar. Com medo de arrastão, os lojistas começaram a fechar as portas, assim como muitas lanchonetes e restaurantes da praça de alimentação. As pessoas que estavam no local, também com medo, também começaram a deixar o shopping.
A assessoria de imprensa do shopping Itaquera informou que a ação da polícia aconteceu do lado de fora do centro comercial. Os policiais militares usaram bombas e balas de borracha para dispersar o grupo na rampa de acesso interligando o shopping ao metrô Itaquera, na linha vermelha. Houve confronto também no terminal de ônibus que funciona junto à estação de metrô. A polícia disse ainda que, durante o confronto no terminal, "diversas lojas foram danificadas".
No próximo sábado haverá um novo ‘rolezinho’ no local, segundo informações compartilhadas em redes sociais. O shopping reforçou sua segurança com o apoio da Polícia Militar desde dezembro para reprimir possíveis encontros.
Em dezembro, um ‘rolezinho’ causou tumulto no Shopping Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. Houve gritaria, pânico e 25 jovens foram detidos por terem supostamente iniciado a confusão. Clientes relataram furtos, apesar de o shopping negar a informação. Lojas baixaram as portas com medo de roubo. O caos só não foi maior porque a polícia estava no local quando a ação começou. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: O tratamento dispensado a esses idiotas que já infestam os shoppings de São Paulo atende à cartilha do pensamento politicamente correto: são denominados adolescentes.
Ora, trata-se de marmanjos grandalhões agasalhados por uma legislação completamente extemporânea que considera adolescentes os menores de 18 anos. Tem de diminuir a maioridade penal. Esses arruaceiros têm de ser reprimidos de forma vigorosa, presos e processados criminalmente.
Os shoppings são locais de tranquilidade e segurança nas cidades, principalmente nos grandes centros; excelentes para compras e lazer, já que dispõem de comércio diversificado, cinemas e outros equipamentos como restaurantes e supermercados, além de amplo estacionamento de veículos. Essas empresas prestam um inestimável serviço ao público.
Portanto é inadimissível que os shoppings passem a ser alvo de delinquentes.
Esses vagabundos, no entanto, são acobertados pelos jornalistas dos grandes veículos de comunicação porque, como se pode notar, a invasão de shoppings se insere dentro da noção de “luta de classes”, integrando o conjunto de ações criminosas como “passe livre”, MST, black bloc e congêneres. É mais uma ação do “marxismo cultural” que visa a destruição do capitalismo e dos valores morais e éticos da civilização ocidental. E a grande mídia turbina essa idiotice criminosa, fazendo a sua parte na construção da anarquia comunista. Esta é a verdade!
Há pouco no site Terra, locus do abstruso jornalismo militante, havia uma matéria reportando o fato de que o Shopping Iguatemi de São Paulo obteve liminar na Justiça contra o tal “rolezinho”. E o lead da matéria abre assim: “O shopping de luxo JK Iguatemi, em São Paulo, anunciou neste sábado que obteve uma liminar na Justiça paulista que autoriza a proibição de um "rolé" convocado por jovens da capital através da internet.”
É claro que o jornalista que escreveu esse troço é um militante da causa, é um ‘esquerda caviar’, ou por acaso ele sai da redação e vai para a boca do lixo fazer a sua refeição ou efetuar compras? Vai para um shopping que designa como "de luxo', dotado principalmente de ar condicionado, banheiros limpos e segurança. E, claro, bonito, iluminado e cheiroso.
Os shoppings são um oásis de higiene, segurança, educação e bom gosto nesse deserto de burrice e estupidez em que o PT transformou o Brasil. 
Além dessas invasões denominadas de “rolé”, avança o movimento gay peticionando o uso, por homens travestidos de mulher, dos banheiros femininos. 
Isto está no site da Folha de São Paulo. Lendo-se a reportagem constata-se que este jornal, que é um centro de difusão do marxismo cultural, apóia evidentemente a ideia. 
Ora, o uso de banheiros têm de ser separados por sexos por uma questão de higiene de conformidade com as particularidades anatômicas dos sexos feminino e masculino. É uma questão de saúde pública, além do aspecto moral. As mulheres são as mais lesadas em termos de contágio.
Isto tudo é um absurdo inominável e cujo objetivo é a destruição dos valores morais e éticos tendo em vista solapar o que é justo, normal e civilizado. Os jornalistas que atuam principalmente na grande mídia são os maiores responsáveis pela difusão desse plano diabólico para destruir todos os valores do mundo ocidental. De forma direta ou subliminar conferem status de validade a essas iniquidades esquerdistas.
Dia desses tirei um tempo e verifiquei no Facebook perfis de jornalistas, muitos deles foram meus colegas há alguns anos. As postagens escritas por esses semoventes se constituem em puras amenidades ou então em idiotices. Quando não são uma coisa nem outra reproduzem louvaminhas ao pensamento politicamente correto e elogios ao Lula, Dilma e seus sequazes.
Não há um miserável jornalista que mantenha um blog como este. Contam-se nos dedos os blogs independentes de jornalistas em todo o Brasil que tenham um conteúdo que vá além dessa mesmice ordinária. 
E sabem por que isso acontece? Ora, porque esses semoventes não têm capacidade de formular um comentário, uma análise como esta que vocês estão lendo. No máximo, quando muito, demonstram destreza na sucção das partes baixas do comunistas. Seus cérebros já foram abduzidos pela lavagem cerebral promovida pelos professores desses cursinhos de marxismo das universidade que formam robôs a serviço do comunismo do século XXI. Denominam esses antros de esquerdistas de cursos de jornalismo. O resultado disso pode ser aferido nas publicações da grande mídia.

sábado, 11 de janeiro de 2014

POR ONDE ANDAM TODAS VOCÊS?

TODAS VOCÊS QUE NOS POVOAVAM A IMAGINAÇÃO E TAMBÉM NOS ENCHIAM DE TESÃO!
QUE CARREGÁVAMOS JUNTOS AO INICIARMOS AS NOITADAS,
NA ESPERANÇA DE ENCONTRÁ-LAS QUEM SABE EM CLONE.
QUE AO VOLTARMOS DESCOBRÍAMOS QUE VOCÊS É QUE SIM:
CONTINUAVAM A SER AS NOSSAS MUSAS ETERNAS!
AINDA BEM QUE DESAPARECERAM.
ASSIM CONTINUAREMOS A VÊ-LAS COMO VÍAMOS E 
COM A MESMA ESPERANÇA DE REENCONTRÁ-LAS UM DIA!

video de Leo Ladeira
                                                               

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA 'VEJA' DETONA: "ONDE ESTÁ O ESTADISTA QUE VAI VENCER A GUERRA CONTRA O CRIME NO BRASIL?"

publicado in Aluizio Amorim

Como não poderia deixar de ser a reportagem-bomba da revista Veja que chega às bancas neste sábado enfoca a violência a partir do brutal assassinato de Ana Clara, 6 anos de idade, que foi queimada viva por bandidos no Maranhão no terceiro dia de 2014. 
Até o fim do ano, segundo a reportagem de Veja que levantou informações de arrepiar, os bandidos vão matar mais 49.700 brasileiros inocentes e faz uma indagação perturbadora, ou pelo menos deveria ser perturbadora neste ano da campanha eleitoral: “Onde está o estadista que vai vencer a guerra contra o crime?”
Como se pode constatar, a cada final de semana a revista Veja cumpre a sagrada missão de informar sem render-se à patrulha politicamente correta contrastando de modo flagrante com os demais veículos da grande mídia nacional que praticamente se limitaram a dar as infaustas notícias vindas do Maranhão pelo viés policialesco ou, então, pela ótica politicamente correta que transforma monstros em "vítimas do capitalismo" em proveito do governo, ou melhor, do regime comunista instaurado por Lula, Dilma e seus sequazes.
A pergunta de Veja que procura o estadista capaz de vencer a guerra contra o crime extrapola a muralha do regime do Foro de São Paulo e alcança também os candidatos que estão na oposição.
A insegurança pública criada na última década pelo governo dos tarados ideológicos do PT e seus satélites como PSOL, PSTU, PCdoB entre outras agremiações de baderneiros criminosos, terá obrigatoriamente de ser uma das pautas principais do debate eleitoral que antecederá o pleito de outubro deste ano de 2014.
A indagação de Veja em sua reportagem-bomba, tende a ser obrigatoriamente anotada pelos candidatos oposicionistas ao regime vermelho do PT que já conseguiu sitiar em seus lares a maioria das famílias. 
Sob a tirania do PT andar pelas ruas das cidades do Brasil se transformou numa espécie de roleta russa. Dizem que há falta de cadeia (na linguagem politicamente correta chamam cadeia e penitenciária de sistema prisional). Mas a verdade é que há tanto bandido à solta impunemente que ampliar o número de prisões não resolverá o problema.
Nunca antes na história deste país se viu tamanha anarquia e os direitos humanos sendo invocados em favor dos bandoleiros assassinos! Até mesmo  a Roseana Sarney vetou a incursão da gaúcha comunista Maria do Rosário em território maranhense.
As monstruosidades ocorridas no Maranhão evisceraram as entranhas do regime comuno-petista. Cabe aos brasileiros do bem se levantarem em defesa da lei e da ordem. A reportagem-bomba de Veja fornece os elementos a partir dos quais se pode avançar para restaurar o Estado de Direito Democrático vilipendiado pela canalha comunista.
Está aí portanto mais uma edição imperdível da revista Veja, o maior e mais importante veículo da grande imprensa brasileira. O resto, lamentavelmente, é o resto. Em outras palavras, esse resto é constituído por caudatários do esquerdismo delirante e criminoso que têm maior parcela de culpa sobre o que está ocorrendo no Brasil, porquanto levam água ao moinho do marxismo cultural, ou seja, contribuem para submeter a população brasileira à deletéria lavagem cerebral ideológica. O resultado está aí. Só não vê quem não quer. Aliás o velho adágio cabe como uma luva: o pior cego é aquele que não quer ver!

'EU, COXINHA', por LOBÃO


Publicado na edição impressa de VEJA
LOBÃO
Durante esses últimos anos, venho recebendo de parte da militância petista uma série de adjetivações pretensamente desqualificadoras, que poderiam ter algum efeito não fosse eu um cara desgrilado, um ser alegre a cantar.
Mas, depois do lançamento do Manifesto do Nada na Terra do Nunca, a petizada militante se enfureceu. Na verdade, antes mesmo de o livro chegar às livrarias, houve quem clamasse pela sua proibição ou queima imediata. A minha estreia como colunista de VEJA aumentou essa fúria, que culminou em um ataque apoplético coletivo por ocasião da minha participação no Roda Viva. Um ilustre deputado petista chegou a pedir a cabeça do Augusto Nunes por ter convidado para o programa um “doente mental” (eu).

E, com aquela falta de imaginação, de humor e de argúcia, característica de certas mentes esquerdistas, puseram-se a vociferar palavras de ordem e impropérios contra mim: “Reacionário!”, “filhinho de papai!”, “coxinha!”. Isso para não citar os mais cabeludos (bicha, maconheiro, cheirador, matricida, esquizofrênico…).
Mas vou concentrar a atenção no “coxinha”, que é o mais recente qualificativo do curto vocabulário dessa rapaziada.
Após esses mais de dez anos do PT no governo, a sociedade está percebendo como se forma o aparato de repressão política, censura e difamação montado pelo partido. Se você tem alguma objeção a ele, vira um pária político, moído e asfaltado pela máquina de propaganda estatal, cujos operadores ─ blogueiros e militantes de plantão na internet ─ se encarregam do trabalho sujo, na forma de ataques pessoais e truculentos disparados contra qualquer alma que se insurja contra a ideologia oficial. A tática desses operadores é achincalhar o oponente baseados em sua própria e nanica estatura moral.
O simulacro de impropério é construído em torno da miserabilidade do ofensor, que, ofendido com a própria natureza, desanda a chamar os não alinhados daquilo que mais enxerga em si mesmo, na vã tentativa de escapar de sua jocosa e aflitiva condição. Sendo o grande alvo dessa patocracia delirante a classe média ─ e sendo o militante de esquerda uma espécie de burguês pós-moderno ─, o xingamento “coxinha” aparece como um desses casos de projeção psicológica flagrante.
O militante de esquerda é o mauriçola gauche, é aquele tipo que se traveste de ativista de passeata e gasta o seu tempo útil em manifestações inúteis, no afã de exorcizar sua flacidez comportamental, sua virgindade existencial, sua pequena farsa pessoal. É invariavelmente um “multiculturalista”, que acredita que um rap é superior a Bach. É o sujeito moldado na previsibilidade comportamental dos doutrinados, que expele seu déficit de percepção da realidade através da soberba convicção dos imbecis. Refém da uniformidade acachapante dos clichês entrincheirados em sua mente vacante, profere as frases mais gastas e cafonas que se pode imaginar.
Para esse tipo de pessoa, tenho aqui um par de versos de Adam Mickiewicz (1798-1855) que cairá como uma luva:
“Tua alma merece o lugar a que veio
Se, tendo entrado no inferno, não sentes as chamas”.
Assim, convido todos aqueles que, como eu, são agraciados pela esquerda com essas e outras adjetivações a acolhê-las com benevolência e humor, com a percepção de estarmos sob a égide de frouxocratas histéricos que teimam, em sua monomania vã e molenga, em nos assolar com seus fantasmas internos e suas abissais impossibilidades.
E, usando o rebote como mantra, proferirei, contrito: coxinhas de todo o Brasil, uni-vos!

HADDAD NÃO SABE COMO JUSTIFICAR SUAS TRAPALHADAS E APOSTA NO CONFRONTO DE CLASSES

do Ucho.Info

fernando_haddad_40Orelhas grandes – A reeleição de Dilma Rousseff não é tratada pela cúpula petista com favas contadas. O que explica o destempero de muitos integrantes do partido, que dedicam aos adversários as mais chulas críticas. Isso aconteceu com o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, e com muitos dos que na rede mundial de computadores questionam a conduta de uma legenda que já mostrou sua aptidão para a delinquência política.
Na estratégia petista de avançar em seu projeto totalitarista de poder, que incluiu tomar de assalto o Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista, o prefeito Fernando Haddad era considerado peça-chave. Acontece que Haddad em apenas doze meses mostrou aos paulistanos que não tem competência para governar a quarta maior cidade do planeta. Muitas foram as trapalhadas do pupilo do lobista Lula, começando pela tentativa de aumentar o IPTU, medida que foi barrada pelo Supremo Tribunal Federal.
Outro enorme equívoco cometido por Fernando Haddad foi a instalação a fórceps de corredores exclusivos de ônibus. Instruído pelo núcleo duro do partido para colocar os críticos em confronto com a população, Haddad discutiu nesta sexta-feira (10) com jornalistas que o questionaram sobre a ampliação da área em que durante a semana prevalece o rodízio de veículos.
Irritado com a pergunta sobre a declaração do secretário municipal de Transportes, o petista Jilmar Tatto, de que o rodízio expandido é uma medida paliativa, o prefeito perdeu o controle e rebateu: “Nós não estamos apostando nessa medida para a solução do trânsito. Fizemos 300 km de faixas exclusivas, lançamos o bilhete único mensal e estamos dando apoio a todos os monotrilhos da cidade”.
Depois de muitos anos à frente do Ministério da Educação, período em que aprendeu como se dá o jogo sujo do seu partido, Haddad afirmou que estão tentando prejudicar a população favorecida pelas faixas exclusivas de ônibus implantadas na cidade.
“Por que estão dizendo que eu estou lançando uma medida paliativa se nós estamos fazendo muito mais? Existe resistência de uma camada da sociedade quanto às faixas exclusivas. Tem gente que quer que o morador de Parelheiros (zona sul) ou de Itaquera (zona leste) continue levando duas horas e meia para chegar no trabalho. Não estamos tomando medidas paliativas, estamos tomando medidas estruturais”, disse.
É importante destacar que nenhum cidadão que massa cinzenta em pleno funcionamento é contra a faixa exclusiva de ônibus, desde que o transporte público exista para valer e seja de qualidade. De nada adianta criar os tais corredores de ônibus se a população continua sendo transportado como gado rumo ao matadouro.
Fernando Haddad precisa reconhecer que fracassou em seu primeiro à frente da prefeitura, não sem antes admitir que o caótico trânsito paulistano merece muito mais do que uma lata de tinta branca e uma brocha que sai pela cidade a riscar o asfalto de ruas e avenidas, estrangulando cada vez mais a imensa frota de automóveis que Lula ajudou a aumentar de maneira irresponsável, sem jamais ter se preocupado com o impacto desse movimento nas grandes cidades brasileiras.
Fazer corredor de ônibus não pode ter a mesma mecânica de ma fábrica de empadinhas, pois para solucionar as mazelas do transporte público na mais importante brasileira requer planejamento, começando por estudos de impacto urbano. O que Haddad busca está no campo subjetivo e poucos perceberam de início que a aposta do alcaide, cumprindo ordens do núcleo duro do partido, era colocar a população carente contra os donos de automóveis. Acontece que o tiro saiu pela culatra, pois Lula foi quem forçou os brasileiros a se endividarem na busca do carro novo.
A bobagem está feita, é de grandes proporções e ninguém sabe como consertar o estrago. Em dezembro de 2008, quando o então presidente Luiz Inácio da Silva defendeu o crescimento do consumo como forma de combater os efeitos colaterais da crise internacional, o ucho.info alertou para muitos perigos decorrentes da medida, dentre eles o impacto no sistema viário das grandes cidades do País, mas os palacianos preferiram nos acusar de torcer contra o Brasil. Até porque, para os incompetentes que despencaram no Palácio do Planalto essa estratégia é velha conhecida.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O EXTRATO DE MERDA

Pela conta de Sarney IDH não pode ser levado em consideração e sim a economia; a conta é simples, e é só eliminarmos os pobres e miseráveis desse país e está  tudo resolvido.
E sua filha foi mais longe ainda.
"O Maranhão está mais violento por que está mais rico", assim como a Venezuela e diferente da Alemanha. Ela aprendeu o básico e deu um Upgrade! Temos que realmente tentar baixar mais o IDH.


Roseana Sarney é a Essência do Brasil

Essa mulher reúne todas as inúmeras características negativas do povo brasileiro: canalhice, cinismo, falta de vergonha na cara, picaretagem, incompetência, ignorância, desprezo pelo sofrimento alheio, pilhagem da coisa pública, irresponsabilidade, despeito, burrice e arrogância. Sua entrevista, comentada por Reinaldo Azevedo, mostra o que ela é: A incrível, a estonteante, a espantosa entrevista concedida por Roseana Sarney ao lado de Cardozo, o silencioso! Ou: Segundo governadora, o Maranhão está mais violento porque está mais rico.

A DITADURA SEMPRE ESTEVE EM MARCHA! ANTES ERA A MODA, HOJE ESTÁ NA MODA.

A ditadura existe, ela já está aí de há muito. Muitos de nós também há muito já não a enxergamos, mas isso não significa que ela nunca esteve presente!
Pensemos na ditadura da moda, uma coisa simples que vem de lá atrás, mas que tem muito a ver com tudo que acontece hoje no mundo da política. No passado só existia e muito se falava nesta tal ditadura da moda - e os Hippies tentaram destroná-la mas passou e nada avançou nem sequer no sentido de que pudéssemos apenas nos vestir conforme a forma que achássemos melhor e que realmente nos sentíssemos bem e confortavelmente! Foram tempos em que eu usava calças jeans rasgadas mas que só vieram a virar moda 30 anos depois, quando alguém achou que tinha que ser assim.
Parece uma coisa um tanto paradoxal, mas tudo é paradoxal quando se fala em políticas esquerdistas de dominação do cidadão pelo Estado: a moda é coisa que rico ditava para ser usado por quem queria e podia os imitar, mas que foi pouco a pouco se democratizando, ao ponto de não podermos mais distinguir alguém que se encontra em Paris ou em alguma cidadezinha do interior do Nordeste Brasileiro!
Imaginem que se nem sequer conseguimos nos desatrelar do modo ditado de como deveremos ou não nos vestir, o que dizer do resto? Se nem isso conseguimos até agora, e agora? E de agora em diante?
Pois bem, isso serviu como uma saída lógica para a ditadura do pensamento!
O que dizer de tudo isso que estamos vendo?
Vejam como isso toma forma de uma maneira assustadora quando vemos as ditaduras do pensamento gay, da necessidade de mantermos cotas para diversas categorias como a protegê-las, com a falsa impressão que estaríamos protegendo-as, e o que estamos realmente a fazer é colocar todo o restante da sociedade refém dessas políticas, cujo único interesse é este e não outro qualquer, mas que faz com que seja impossível alguém discordar sem que seja execrado publicamente. Hoje, discordar de políticas protecionistas em qualquer nível coloca o cidadão na mira do restante da sociedade, e vejam como em qualquer discussão logo aparece aquilo de ..."longe de ser contra...isso ou aquilo, mas..." Não é isso mesmo? Há como que um medo velado, uma nuvem de controle social fortíssima que mantém todos presos a certos parâmetros que em breve tempo nos levará a um pensamento único a respeito de quase tudo.

j.a.mellow

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O PIOR DE TUDO É QUE, QUERENDO OU NÃO QUERENDO TANTO O LULA QUANTO MUITA GENTE QUE SEQUER PARA PRA PENSAR, TUDO O QUE LULA PENSA QUE FEZ, O PERÍODO CORRESPONDENTE AO MANDATO DO COLLOR FEZ TUDO POSSÍVEL SEM O SABER! PAREM PARA ANALISAR!


DOIS PSICOPATAS NÃO SE BICAM, MAS FICAM PARCEIROS E O PAÍS PAGA UM PELO OUTRO E ÀS VEZES AINDA LEVA O TROCO. O POVO, ÚNICO RESPONSÁVEL PELA EXISTÊNCIA POLÍTICA DOS DOIS É A QUEM PERTENCE O MÉRITO DAS CONQUISTAS.

publicado por Augusto Nunes em 2012

O parecer de Lula: ‘Deve haver qualquer sintoma de debilidade mental no funcionamento do cérebro de Collor’

ALAGOAS/LULA/ADUTORA
Em 1993, pouco depois do despejo de Fernando Collor, o radialista Milton Neves quis saber o que Lula achava do adversário escorraçado do gabinete presidencial por ter desonrado o cargo. “Você tem pena de Fernando Affonso Collor de Mello?”, pergunta o entrevistador no começo do áudio. Ouça a resposta de Lula.

“Tenho. Não é que eu tenho pena. Como ser humano eu acho que uma pessoa que teve uma oportunidade que aquele cidadão teve de fazer alguma coisa de bem para o Brasil, um homem que tinha respaldo da grande maioria do povo brasileiro, ou seja. E ao invés de construir um governo, construir uma quadrilha como ele construiu, me dá pena, porque deve haver qualquer sintoma de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.
Efetivamente eu fico com pena, porque eu acho que o povo brasileiro esperava que essa pessoa pudesse pelo menos conduzir o país, se não a uma solução definitiva, pelo menos a indícios de soluções para os velhos problemas que nós vivemos.
Lamentavelmente a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar corrupção, fez com que o Collor jogasse o sonho de milhões e milhões de brasileiros por terra.
Mas de qualquer forma eu acho que foi uma grande lição que o povo brasileiro aprendeu e eu espero que o povo brasileiro, em outras eleições, escolha pessoas que pelo menos eles conheçam o passado político”.

Como informa a foto na abertura do post, os dois viraram amigos de infância. Collor continua o mesmo. E Lula também não mudou: só deixou de fingir que era o que nunca foi.


NÃO É UMA VERDADE? POR QUE SÓ COM A URNA?


do Blog O Mascate

Se no Brasil nada funciona direito, porque as urnas eletrônicas sao seguras?

O Brasil virou um país de tanta bandalheira que este blogueiro não consegue, e não tem saco, para postar diariamente as dezenas de notícias sobre o tudo de errado que acontece nestas paragens. (Os populares mal feitos dos tempos da gerentona faxineira)
Se eu fosse escrever sobre todas as denúncias de corrupção que pipocam diariamente na imprensa passaria o dia inteiro escrevendo. E na verdade, tenho que trabalhar para viver, afinal, este humilde espaço não recebe nenhuma verba oficial e não é vendido aos poderosos, escrever este Blog é um exercício de cidadania e uma forma de descarregar o stress de viver em um país onde o que vale é ser irresponsável, feliz, alegre, festeiro, burro e alienado.
Então sou obrigado pela falta de tempo requentar alguns assuntos que julgo importantes e que já bateram na mídia há alguns dias. Mas até que é bom, pois mantenho de alguma maneira, o assunto vivo na mente dos meus três leitores.
A bola da vez é a notícia que saiu na imprensa sobre a multa que a empresa Duzestaduzunidus "DIEBOLD" levou do departamento de justiça americano por ter subornado funcionários públicos na Rússia, China e Indonésia, além da falsificação de documentos. Multa essa na casa das 50 milhetas de verdinhas.
Aí me dirá você... O que temos com isso?
TUDO, a DIEBOLD por coincidência, é a empresa que forneceu as 450 mil urnas eletrônicas para a justiça eleitoral da pocilga.... Capice?
A mesma urna que foi rejeitada por mais de cinquenta países é o "must" da ilegalidade nas eleições fraudadas do Brasil. 
Se fala sobre esse assunto já faz um tempo, hackers afirmam que podem fraudar tais urnas, países com democracia sólida recusam sua utilização e só no Brasil a justiça eleitoral insiste que as urnas são seguras.
Mas...Em um país onde nada funciona direito, porque diabos as urnas seriam as únicas que funcionariam a contento a ponto de não darem recibo do voto e nem permitirem auditoria pós eleição?
E tem mais, a empresa que  fornece tais aparatos é multada em sua matriz por corromper funcionários públicos em países sem democracia, ou com um combalido arremedo de uma, para a aquisição dos governos e empresas estaatais de equipamentos bancários. Sem contar a fraude em documentos, hein?.
É só parar para pensar... Se no Brasil onde tem corrupção até na compra de um quilo de pó de café na prefeitura de Deus me livre do arraial. Imaginem o quanto essas infames urnas deram de lucro para os mesmos de sempre, sem contar o atentado ao estado democratico de direito quando permitem que certos grupos ganhem as eleições na base da fraude deslavada.
E quando os "Prostitutos" de pesquisa apontam índices absolutos de "popularidade" da presidANTA, nada mais é que a legalização da fraude, onde para não criar dúvidas do povo, os votos tem que dar os mesmos aproximados em percentuais que deram as pesquisas. E aí é que entram as arapucas eletrônicas.

Diante disso só temos duas formas de mudar o Brasil, a primeira é o não comparecimento em massa do eleitorado para votar até que se de um jeito definitivo na credibilidade e lisura das urnas.
E a segunda é pegando em armas e botando na cova a cangalha que se instalou no poder apenas para roubar o quanto puder.
E PHOD@-SE!!!