Esta semana estive pensando muito em massas. Nas massas, argamassas, aquilo que se molda conforme a vontade do dono, daquele que manipula. A massa é ainda aquilo que mascara, que encobre, recobre, retira as irregularidades aparentes. Cá em nosso mundo dos elementos arquitetônicos e da construção civil, as massas são condenáveis pelo aspecto falseador que ela dá aos demais materiais, que, ao recobrí-los e ao mesmo tempo que assume qualquer aparência que se queira dar, ela esconde o real valor, o valor próprio dos materiais que ela insiste em não querer que seja mostrado.
Repudiamos tudo que retira a aparência própria, o valor intrínseco de cada material, e por isso somos totalmente contrários à utilização de argamassas ainda que ela seja um mal necessário, quando queremos usá-la como cobertura, como membrana que evita penetrações no interior dos ambientes, mas nunca sem antes retirar dos materiais a sua própria aparência.
Isso tudo acontece na política com respeito aquilo que costumamos ver chamar-se de massas, a massa trabalhadora, as massas que costumam ser dados aparência de uma unidade, mas sem forma própria ficando a depender daquele que as dirige fazer-se assumir este ou aquele comportamento e acreditar naquelas coisas: as tais massas de manobra!
Eu nunca me senti como massa, e acho que as pessoas não deveriam também se sentirem como tal, ou deveriam ter brio suficiente para não quererem ser tachadas de pertencerem a seja lá de que massa for. A própria Ministra ou sei lá o que de quem, Marilena Chauí, no "ímpeto de seu ato falho" se referiu bem recentemente manifestando-se em analogia a isto, um repúdio total à classe média, assim como às vezes ela se apresenta, sem uma manifestação própria, espontânea. Os valores individuais de cada um e de cada material têm que ser conservados à vista para terem a sua função, um pelos valores intelectuais, de inteligência e de idéias e outro pela sua função estética. Um e outro, se corrompidos podem ser totalmente considerados uma outra coisa que efetivamente não os representa.
Os chamados Movimentos Sociais são uma espécie de massa que passam a representar uma coisa em lugar de outra que se encontra por baixo e não se manifesta, perde o seu valor natural, os seus valores mais importantes, que analogamente aos materiais, da nobreza de sua aparência, da sua textura passam a assumir a aparência uniforme, obscura, colapsando toda a vida até aí existente.
j.a.mellow
"PASSO A PASSO, PORÉM SEM PERDER DE VISTA, A NECESSÁRIA LIBERDADE E SUA ETERNA RECONQUISTA"
O PANORAMA VISTO DA SERRA
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
"NA PRIMEIRA NOITE ELES ROUBAM UMA FLOR E NÃO DIZEMOS NADA. NA SEGUNDA ELES JÁ NÃO SE ESCONDEM, INVADEM NOSSA CASA, PISAM NOSSAS FLORES, MATAM O NOSSO CÃO, E NÃO DIZEMOS NADA. ATÉ QUE UM DIA, O MAIS FRÁGIL DELES, CONHECENDO O NOSSO MEDO, ARRANCA-NOS A VOZ DA GARGANTA, E AÍ JÁ NÃO PODEMOS DIZER NADA!" QUANTO MAIS SERÁ PRECISO PARA QUE O NOSSO POVO FIQUE INDIGNADO COM ESSAS COISAS, E QUE JÁ VEM ACONTECENDO DE HÁ MUITO?
O deputado André Ceciliano pediu vistas do processo de cassação e não devolveu nunca mais. O prazo regimental está vencido, mas ninguém cobra nada. Certamente a eleição vai chegar antes da punição.
No Sindsprev, ela praticou apropriação indébita da contribuição previdenciária, denúncia já levada ao MP, que até hoje não fez nada. E agora dona Janira, eleita com 6 mil votos (entrou na aba da votação do Freixo!), dá fuga blackblocs com prisão decretada.
Crime previsto no artigo 351 do código penal. Eles, os réus, tem o direito de tentar a fuga, mas ninguém tem o direito de ajudar na fuga, ainda mais usando carro oficial da Alerj – pago com o meu, o seu, no nosso dinheirinho! Deputado só é imune para crimes de opinião e nada mais. Se cada um resolver interpretar decisões judiciais se transformando num Juiz em seu próprio interesse, acaba o estado democrático de direito.
Os que protestam contra a sentença do Juiz Flávio Itabaiana, não falam pela população, exausta de ver tanta depredação, baderna e a morte de um pai de família, o cinegrafista da Band que estava ali no cumprimento de seu dever de ofício, o dever de registrar os fatos e informar. Não falam pela maioria do povo do nosso estado, que repudia esse tipo de manifestação orquestrada para satisfazer ambições eleitorais.
Cabe à Alerj acelerar o passo para dar resposta a sociedade. É preciso acabar com a sanha criminosa dessa senhora.
Atenção para o poema de Eduardo Alves da Costa:
Na primeira noite eles roubam uma flor e não dizemos nada. Na segunda eles já não se escondem, invadem nossa casa, pisam nossas flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta, e aí já não podemos dizer nada!
domingo, 20 de julho de 2014
QUANDO QUISEREM COMER, PEÇAM A ESSE TAL SR. SLIM QUE FAÇA APARECER MILAGROSAMENTE ATRAVÉS DA SUA REDE DE INVENÇÕES VIRTUAIS
Posted by SELVA BRASILIS
As Pérolas do Homem Mais Rico do Mundo
DEUS
NA JUVENTUDE "SOMOS" DEUS, NA IDADE ADULTA ÀS VEZES O PROCURAMOS, MAS NA VELHICE REALMENTE O ENCONTRAMOS E AÍ DESCOBRIMOS O QUANTO NÃO ÉRAMOS O QUE PENSÁVAMOS SER!
PELO TELEFONE
O CHEFE DA POLÍCIA PELO TELEFONE MANDA ME AVISAR, QUE NA CARIOCA TEM UMA ROLETA PARA SE JOGAR!
Velhos tempos do telefone que era nosso escravo.
Antes ele tocava, e ninguém tava nem aí pra ele. Se não tivesse alguém disposto a atendê-lo, ou uma secretária ou telefonista disponível, nada! Tocava até cansar.
O velho Tancredo dizia ser ele o melhor aparelho para se marcar encontro em lugar errado, apesar de tanta gente que ainda hoje entrega-se e é rastreado fazendo merdas por aí a fora: pelo telefone!
Hoje, todos nos assustamos quando toca o celular e não voltamos logo para atendê-lo!
Quem é que errou?
Velhos tempos do telefone que era nosso escravo.
Antes ele tocava, e ninguém tava nem aí pra ele. Se não tivesse alguém disposto a atendê-lo, ou uma secretária ou telefonista disponível, nada! Tocava até cansar.
O velho Tancredo dizia ser ele o melhor aparelho para se marcar encontro em lugar errado, apesar de tanta gente que ainda hoje entrega-se e é rastreado fazendo merdas por aí a fora: pelo telefone!
Hoje, todos nos assustamos quando toca o celular e não voltamos logo para atendê-lo!
Quem é que errou?
O QUE HÁ ENTRE A VIDA E A MORTE
Hoje, com a morte de Norberto Odebrecht fico a imaginar as dicotomias da vida. Ainda no início dos anos setenta, muito jovens que éramos, a figura do Norberto Odebrecht soava como algo lendário, em virtude de que éramos muito jovens e havia já uma plêiade de novos empresários que surgiam entre os pouco mais de trinta anos de idade. Fico pensando agora do alto meus sessenta anos quanta efervescência no primeiro estágio da chapa não estará a acontecer entre os "meninos" que para nós naquela época eram velhos. Isto é o que chamamos de vida.
A VELHA HISTÓRIA: CORTARAM TODAS AS FLORES, MAS VOCE NÃO TINHA UM JARDIM, EFETIVAMENTE, SÓ NA CABEÇA DOS BURROS!
Ao contrário do que muitos imaginam, as posições que assumem os comunistas e socialistas com respeito à propriedade privada à primeira vista pode ser aquilo de que você não possui grandes propriedades e por isso não deverá ficar preocupado.
Ledo engano.
No momento que a economia passa a não gerar mais produção e produtividade seu salário é o primeiro que dança, oh, ilustre imbecil!
Ledo engano.
No momento que a economia passa a não gerar mais produção e produtividade seu salário é o primeiro que dança, oh, ilustre imbecil!
terça-feira, 15 de julho de 2014
TUDO AQUILO QUE NÓS JÁ SABEMOS DITO POR ALGUÉM COMO MÁRIO VARGAS LLOSA
A máscara do gigante
O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar formosos sonhos. Mas no futebol, assim como na política, é mau viver sonhando e sempre preferível se ater à verdade, por mais dolorosa que seja
Fiquei muito envergonhado com a cataclísmica derrota do Brasil frente
à Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não me
surpreendeu tanto. De um tempo para cá, a famosa seleção Canarinho se
parecia cada vez menos com o que havia sido a mítica esquadra brasileira
que deslumbrou a minha juventude, e essa impressão se confirmou para
mim em suas primeiras apresentações neste campeonato mundial, onde a
equipe brasileira ofereceu uma pobre figura, com esforços desesperados
para não ser o que foi no passado, mas para jogar um futebol de fria
eficiência, à maneira europeia.
Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.
Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.
Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.
Tudo nasce com o governo de Luis Inácio 'Lula' da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências. As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.
As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento. Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.
O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).
As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato. Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.
As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%. As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.
Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.
Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo. E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado. Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.
Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.
Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros. O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.
Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.
Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.
Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.
Tudo nasce com o governo de Luis Inácio 'Lula' da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências. As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.
As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento. Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.
O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).
As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato. Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.
As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%. As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.
Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.
Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo. E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado. Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.
Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.
Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros. O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.
domingo, 13 de julho de 2014
PIADA DO DIA: PROIBIÇÃO DE EXPORTAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA! SERÁ QUE É VERDADE?
LOGO A COMUNISTADA LOGO SE ASSANHA COM A IDÉIA DE ESTATIZAR O FUTEBOL...!
MAS LOGO NO FUTEBOL QUE É O ÚNICO QUE EXPORTAMOS MATÉRIA PRIMA JUNTO COM O PRODUTO ACABADO?
SÓ MESMO PORRADA, POIS OUTRA COISA NÃO CONSERTA ESSAS CABEÇAS DE MERDA!
LOGO IRÃO, POR ANALOGIA, PARAR COM A EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES?
ISSO AÍ NÃO, POR QUE ESSA GRANA ELES NÃO VÃO QUERER QUE PARE DE ENTRAR NO COMPUTO DA BALANÇA EXTERNA E A DA IMENSA CARGA TRIBUTÁRIA QUE TAMBÉM VEM ESBARRAR NAS MÃOS ESTERILIZANTES DELES!
ELES QUEREM AGORA O FUTEBOL, QUEREM USAR A MESMA PRÁTICA DE CUBA.
A estatização do futebol
O Estado de S.Paulo
Em um surto provocado por uma mistura tóxica de oportunismo - para que o pó da derrota em campo não se deposite sobre o projeto da reeleição - e conhecido vezo autoritário, Dilma falou como quem quer cassar o direito constitucional dos brasileiros de ir e vir, dentro ou para além das fronteiras nacionais, como se o Brasil fosse uma Cuba ou Coreia do Norte. Para justificar a enormidade, deu uma pisada na bola de envergonhar um perna de pau. "Exportar jogador", caraminholou, "significa não ter a maior atração para os estádios ficarem cheios." Revelou involuntariamente, portanto, saber muito bem que boa parte ou o grosso dos US$ 4 bilhões despejados na construção e reforma das arenas da Copa serviu apenas para legar ao País uma manada de elefantes brancos.
Aprisionar os nossos jovens mais promissores - como se isso fosse possível - absolveria, nos descontos, a megalomania dos governos petistas de mostrar ao mundo o que o Brasil, sob a sua iluminada condução, é capaz de fazer. Pura má-fé. O fato singelo é que, no mundo globalizado, assim como profissionais de outras áreas, jogadores migram para países onde o seu trabalho se inscreve em um negócio extraordinariamente bem-sucedido. Ali podem ganhar em um mês o que aqui levariam anos. Isso porque a estrutura do futebol brasileiro é sabidamente arcaica, corrupta e falida. O povo não esperou a seleção ser goleada para desprezar os cartolas que enfeudam clubes, associações e, claro, a CBF.
Faz uma eternidade que essa estrutura precisa ser "renovada", como Dilma parece ter descoberto. Mas não a submetendo à tutela estatal, como prega o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, do PC do B. Invocando nada menos do que o interesse da Pátria, ele defende uma "intervenção indireta" (sic) numa atividade da qual a própria lei (no caso, a Lei Pelé, promulgada em 1998) aparta o poder público. Para começar, como ele deveria saber, a Fifa proíbe a intromissão de governos nas federações nacionais. Agora mesmo a Nigéria foi suspensa por ter o governo removido dirigentes de sua entidade futebolística. De resto, a promiscuidade entre autoridades e cartolas multiplicaria os focos de corrupção, sem modernizar o esporte.
O Estado pode, sim, impor aos clubes uma série de condições para rolar as suas intermináveis dívidas com o erário, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) faz com os governos que lhe pedem socorro. O projeto da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, pronto para ser votado na Câmara, condiciona o acesso dos clubes ao crédito oficial à arrumação de suas finanças, reforma administrativa e pagamento em dia dos salários de seus contratados. O Estado também pode - e deve - controlar a migração de menores de 18 anos. Embora a Fifa proíba que sejam importados por clubes estrangeiros, estes driblam a barreira contratando formalmente um de seus parentes. Como no gramado, bastam regras e juízes que punam os transgressores.
No mais, que o Brasil aprenda com o que os dirigentes e jogadores alemães fizeram para renovar o futebol nacional depois da sua vexatória eliminação da Eurocopa em 2004. Como relatou o repórter Jamil Chade no Estado de quinta-feira, eles traçaram e foram fiéis a um plano de renovação de quadros, no qual investiriam ao longo do tempo US$ 1 bilhão. Minguaram as contratações de estrangeiros em benefício do talento local. Os ingressos foram congelados. Ainda assim, o campeonato alemão é o mais rentável da Europa. Os clubes são prósperos. O Bayern de Munique tem 11 times completos - fora a equipe principal. E o Estado não teve nada com isso.
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-estatizacao-do-futebol-imp-,1527542 O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-estatizacao-do-futebol-imp-,1527542
domingo, 6 de julho de 2014
SE QUISERMOS ASSIM PENSAR...SÓ RESTA RECLAMAR SEM DAR SOLUÇÕES!
SE TODOS NÓS TIVÉSSEMOS SIDO REALMENTE "GUIADOS POR DEUS" E NEM TIVÉSSEMOS NASCIDO NESTA TERRA TERÍAMOS RESOLVIDOS TODOS OS NOSSOS PROBLEMAS ATUAIS?: OS ÍNDIOS SERIAM OS DONOS DO TERRITÓRIO, NÃO PRECISARÍAMOS TER NOS PROCRIADO TANTO POIS A EUROPA NÃO CABERIA, TERIA HAVIDO MAIS GUERRAS NA EUROPA PARA CONTROLAR ESSE EXCESSO DE POPULAÇÃO, E NÃO TERÍAMOS TANTO A RECLAMAR POR UMA COISA QUE NADA FIZEMOS PARA ACONTECER! ESTARIA TUDO RESOLVIDO?
NÃO TERÍAMOS TAMBÉM FUTUCADO A ÁFRICA, ELES ESTARIAM LÁ SE REPRODUZINDO E MORRENDO AOS MILHARES, NÃO SERIAM NECESSÁRIOS TANTOS BARRIS DE PETRÓLEO E PORTANTO POUCA IMPORTÂNCIA TERIA O ORIENTE MÉDIO.
E TAMBÉM POR NÃO TERMOS FUSTIGADO OUTRAS REGIÕES DO PLANETA, HOJE NÃO TERÍAMOS NEM RESPONSABILIDADE COM ELES NEM PROBLEMAS COM IMIGRAÇÕES.
"NO MEIO DE TANTO PESSIMISMO VAMOS SER UM POUQUINHO OTIMISTAS E VER QUE OS ANTES AFRICANOS ESCRAVIZADOS HOJE TÊM UMA RENDA PER CAPITA MAIOR QUE NOS SEUS PAÍSES DE ORIGEM!"
ESTARIA TUDO ESTACIONADO, TUDO NA "MAIS PERFEITA ORDEM", TUDO MORTO COMO NA IDADE MÉDIA. E É POR ISSO QUE A CHAMAMOS DE MÉDIA. ESSA AGORA É A MÁXIMA, E DAQUI POR DIANTE SÓ PARA FORA DO PLANETA POR QUE AQUI NÃO TEM MAIS ESPAÇO.
PORTANTO SÓ RESTA RECLAMAR SEM DAR SOLUÇÃO!
NÃO TERÍAMOS TAMBÉM FUTUCADO A ÁFRICA, ELES ESTARIAM LÁ SE REPRODUZINDO E MORRENDO AOS MILHARES, NÃO SERIAM NECESSÁRIOS TANTOS BARRIS DE PETRÓLEO E PORTANTO POUCA IMPORTÂNCIA TERIA O ORIENTE MÉDIO.
E TAMBÉM POR NÃO TERMOS FUSTIGADO OUTRAS REGIÕES DO PLANETA, HOJE NÃO TERÍAMOS NEM RESPONSABILIDADE COM ELES NEM PROBLEMAS COM IMIGRAÇÕES.
"NO MEIO DE TANTO PESSIMISMO VAMOS SER UM POUQUINHO OTIMISTAS E VER QUE OS ANTES AFRICANOS ESCRAVIZADOS HOJE TÊM UMA RENDA PER CAPITA MAIOR QUE NOS SEUS PAÍSES DE ORIGEM!"
ESTARIA TUDO ESTACIONADO, TUDO NA "MAIS PERFEITA ORDEM", TUDO MORTO COMO NA IDADE MÉDIA. E É POR ISSO QUE A CHAMAMOS DE MÉDIA. ESSA AGORA É A MÁXIMA, E DAQUI POR DIANTE SÓ PARA FORA DO PLANETA POR QUE AQUI NÃO TEM MAIS ESPAÇO.
PORTANTO SÓ RESTA RECLAMAR SEM DAR SOLUÇÃO!
sábado, 21 de junho de 2014
COMO SEMPRE, UMA BELA RESPOSTA! ( "PARA OU CONTINUA, TRAJANO"?)
por Reinaldo Azevedo
Trajano ofende os espectadores da ESPN, sente a reação do SEU PÚBLICO e decide culpar os outros; com medo de perder o emprego, posa de vítima e diz que estou querendo fechar a emissora! Então vamos ver
Ai, ai… Lá vou eu me divertir mais um pouco. A Folha de hoje publica uma reportagem sobre
os ataques que um certo Trajano — a esta altura, vocês sabem quem é —
fez a quatro jornalistas e a resposta que dei a ele.
Reconstituição histórica
1: 12.06 – Torcida vaia e xinga Dilma no jogo de abertura da Copa;
2: 12.06 –
Trajano e sua equipe dão um pito na torcida e dizem que aquilo é coisa
de branco endinheirado. Surge, então, a tese da “detestável elite branca
de São Paulo”, logo encampada pelo PT e por Lula;
3: 13.06 – TELESPECTADORES DA ESPN ficam furiosos com Trajano e se manifestam nas redes sociais;
4: 13.06 –
Trajano diz na TV que os que estavam protestando eram seguidores,
imaginem vocês, de “Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Augusto Nunes e
Demétrio Magnoli”. Até então, eu nunca tinha ouvido falar desse babão
bobalhão. Seríamos propagadores do “ódio e da inveja”.
5: 14.06 – Respondo ao
ataque de Trajano. Sim, eu jamais havia tocado no nome dele até então
porque ignorava a sua existência. Os agredidos, que fique claro, somos
eu e os outros três; Trajano é o agressor;
6: 16.06 –
Vice-presidente do PT elabora uma lista negra com nove jornalistas —
entre eles, estão os quatro citados por Trajano. A acusação é a mesma:
propagariam o ódio.
7: 19.06 –
Trajano tenta fazer uma intervenção ao vivo na ESPN, logo depois do
jogo entre Inglaterra e Uruguai. Ao fundo, ouve-se um coro: “Trajano vendido/ Trajano vendido” (vídeo aqui). Pode ser uma alusão ao fato de que as estatais federais anunciam fartamente na ESPN.
8: 19.06 –
Amiguinhos de Trajano tentam invadir meu blog para me responsabilizar
também por isso: os que gritam “Trajano vendido” seriam meus leitores.
9: 20.06 – Publico um post intitulado,
ironicamente, de “As orientações de Reinaldo Azevedo sobre um certo
Trajano”. É uma ironia porque não tenho relação de mando com meus
leitores e ouvintes. Por mim, ele continua a fazer o seu trabalho
irrelevante de sempre.
10: 20.06 –
A caminho da praia (sim, praia com frio; torna o frio menos cretino),
no carro, a reportagem da Folha me acha e me informa que seria
publicada, neste sábado, uma reportagem a respeito.
Nessa reportagem, o, a esta altura, hilariante Trajano afirma sobre os que o têm chamado de “vendido”:
“São seguidores daqueles que disseminam o ódio. Eu não imaginava que pudesse ser tão feroz, parece coisa de fanático religioso. Fazem isso quando você está trabalhando, esperam entrar ao vivo, é uma covardia”.
“São seguidores daqueles que disseminam o ódio. Eu não imaginava que pudesse ser tão feroz, parece coisa de fanático religioso. Fazem isso quando você está trabalhando, esperam entrar ao vivo, é uma covardia”.
Corajoso é
Trajano, que usa a emissora em que trabalha para disseminar o ódio
contra quatro jornalistas que jamais citaram seu nome.
Sobre mim, diz o seguinte:
“Ele quer desempregar as 500 famílias de quem trabalha na empresa? É coisa de louco. Ele não vai conseguir”.
“Ele quer desempregar as 500 famílias de quem trabalha na empresa? É coisa de louco. Ele não vai conseguir”.
Encerrarei este post com uma resposta a essa questão em particular.
A Folha
traz parte da resposta que dei, digitada no celular. Tudo o que está lá,
eu disse. Mas nem tudo o que disse está lá porque, é claro, o espaço é
limitado. Segue, por isso, a minha resposta na íntegra, num misto de
português e internetês:
“Eu
só fiquei sabendo q existia um Trajano, que não o bom imperador romano,
pq este sr. me atacou. E só então fiquei sabendo q foi a turma da espn q
lançou a tese de q a vaia era coisa da elite branca. Os espectadores
deles reagiram. E Trajano vai ao ar e diz q os culpados somos eu, Diogo ,
Augusto e Demétrio ? É ridículo! Meu blog receberá mais de 7 milhões de
visitas em junho, mas não me dou tanta importância. Escrevi hj a
respeito. Se houver alguém q faça o q recomendo, o q duvido, acho q este
senhor deve voltar à sua irrelevância, ser deixado na paz, perseguido
apenas por seus zumbis íntimos. Não tenho seguidores, mas leitores e
ouvintes. Boa parte discorda de mim. Alguns, como esse Trajano aí, me
odeiam. Há quem ame, mas o ódio é sempre mais fiel do q o amor. Quem ama
pode se distrair e até trair. Quem odeia é de uma fidelidade comovente.
Noto q ele apenas antecipou a lista negra feita pelo PT. Aliás, deixo
registrada e, por favor, publique minha sugestão de pauta à Folha. Nunca
houve lista negra de jornalistas no Brasil na vigência da democracia. O
PT fez a primeira. Essa não é uma boa pauta? Esse Trajano achou q
poderia usar o poder de sua TV para me demonizar e a outros. Pra cima de
mim, não. Mas entendo: há quanto tempo ninguém dava bola pra ele? Virou
notícia até na Folha. E conseguiu isso me atacando e a outros. Espero q
ele fique em paz. Em latim, a frase ficaria mais densa… Publique, por
favor, minha sugestão de pauta. Abs, Reinaldo”
Agora os 500 empregos
Foi o melhor que consegui digitar no celular, com miopia e solavancos. Quanto a eu querer desempregar 500 famílias… Santo Deus! Esse cara se tem em tão alta conta que acha que a sua eventual demissão significaria o fim da ESPN. Ele acha que, sem ele, a Disney — a quem pertence a emissora —, fecha o negócio.
Foi o melhor que consegui digitar no celular, com miopia e solavancos. Quanto a eu querer desempregar 500 famílias… Santo Deus! Esse cara se tem em tão alta conta que acha que a sua eventual demissão significaria o fim da ESPN. Ele acha que, sem ele, a Disney — a quem pertence a emissora —, fecha o negócio.
Não ocorre
a Trajano que pode ser o contrário, né? O grupo Disney certamente não
se fez hostilizando o seu próprio público. Ele é que decidiu dar um pé
no traseiro dos que lhe enviaram mensagens e, agora, sai por aí posando
de vítima. Não sabe brincar? Não desça para o “play”, como diz a
meninada. Vai que, sem Trajano, os 500 empregos virem 600…
Há muitos
imbecis que me ofendem nos blogs sujos e nas redes sociais. Costumo
deixar pra lá. Com meus três empregos, não tenho tempo para a corja. A
canalha tem porque precisa zelar pelo seu único: receber verba pública
para atacar “os inimigos do poder”. Gente asquerosa!
Nada
disso! Trajano não está sendo molestado por leitores meus, não — e dos
outros três. Ele cometeu um erro muito próprio da arrogância: achou que
poderia ofender o público que a sua própria emissora havia cativado.
Os outros
500 empregos? Ah, Trajano! Haverá ESPN depois de você, como haverá VEJA,
Folha e Jovem Pan depois de mim. Eu me atribuo muito menos importância.
É desagradável ter de dizer isso a esta altura, mas digo: amadureça,
rapaz! Assuma as suas próprias responsabilidades. Você meteu a tarja
“chapa branca” na ESPN. E vai ser difícil tirar enquanto você posar de
porta-voz da emissora e garantidor de 500 empregos. Deixe de ser
ridículo e megalômano.
Para
encerrar, digo que ele e seus amiguinhos são o tipo de gente que chama
americano de “estadunidense”, faz discurso anti-imperialista, posa de
esquerdista, recebe honraria de Marcelo Freixo e, depois, embolsa o rico
dinheirinho que lhe paga o grupo Disney. Chega,
Trajano! Peça desculpas aos espectadores da ESPN e à própria empresa.
Por mim, reitero, você é ignorado nos estádios, na TV, na chuva, na rua,
na fazenda ou numa casinha de sapé.
De resto,
peça a seus patrões americanos que lhe expliquem quanto custa criar uma
marca. Você e seus esquerdistas enfatuados é que fazem mal à ESPN e aos
500 empregos, não eu! Não tenho dados, mas acho que muitos
telespectadores deixaram de acompanhar as transmissões dos jogos da Copa
pela emissora. Desculpe-se, Trajano! Quem sabe eles voltem… Eu, por
exemplo, costumo dispensar leitores aqui — no caso, os petralhas. Eles
sempre voltam. Ocorre que os espectadores da ESPN não são petralhas.
Gente decente não tolera ofensas. Muda de canal.
Para ou continua, Trajano? Eu estou gostando. E você?
PRESIDENTE LULA, O TIRO SAIU PELA CULATRA!
Em todas as últimas declarações do presidente Mula, ele só fez deixar mais ainda patente a sua total ignorância e até certa dose de burrice, quando fez classificações as mais absurdas possíveis acerca de quem estaria xingando a Presidanta Lula. Se foram colocadas segundo ele na classe média grande parte da população e não pela educação formal é claro, ele subestima a inteligência do brasileiro que mesmo tendo acesso a algumas quinquilharias estas lhes permitiram fazer pensar e raciocinar um pouco para entender o que evidentemente esse Ex-presidente em exercício não consegue alcançar, que é a compreensão de que ele estaria agora a tocar nos brios dessa imensa parcela da população que ele quer admitir como cria única e exclusiva sua, mas que não quer ser capacho de ninguém.
Se ele pretendia uma coisa, o tiro pode ter saído pela culatra!
Augusto Nunes publicou abaixo:

Caprichando na pose de presidente da Associação Protetora de Senhoras Ofendidas, Lula aproveitou a discurseira na convenção do PT paulista para consolar Dilma Rousseff pelo que ouvira no estádio que construiu em parceria com a Odebrecht. Por decisão unânime do corpo médico e da equipe de enfermeiros do Sanatório Geral, ganhou a Copa da Cretinice com a seguinte frase:
“Você viu que não tinha ninguém com a cara de pobre, a não ser você, Dilma… não tinha nenhum pelo menos moreninho, era a parte bonita da sociedade”.
Com apenas 28 palavras, o palanque ambulante fez seis revelações imediatamente incorporadas à Ópera dos Idiotas:
1) O governo lulopetista enterrou mais de 25 bilhões de reais num evento que só permite a entrada da alta classe média ou de sócios do clube dos ricos.
2) Não existem ricos feios.
3) Não existem pobres bonitos.
4) Dilma é feia porque é pobre (ou é pobre porque é feia).
5) Todos os negros e moreninhos são pobres e feios.
6) Como não havia um único negro no estádio onde o presidente do STF assistiu ao jogo do Brasil contra a Croácia, fica combinado que o ministro Joaquim Barbosa é loiro e tem olhos azuis.
A Seleção terá de melhorar para passar das oitavas de final. O Lincoln de galinheiro só precisou do jogo de estreia para levar a taça.
Se ele pretendia uma coisa, o tiro pode ter saído pela culatra!
Augusto Nunes publicou abaixo:
Lula conquistou a Copa da Cretinice
Caprichando na pose de presidente da Associação Protetora de Senhoras Ofendidas, Lula aproveitou a discurseira na convenção do PT paulista para consolar Dilma Rousseff pelo que ouvira no estádio que construiu em parceria com a Odebrecht. Por decisão unânime do corpo médico e da equipe de enfermeiros do Sanatório Geral, ganhou a Copa da Cretinice com a seguinte frase:
“Você viu que não tinha ninguém com a cara de pobre, a não ser você, Dilma… não tinha nenhum pelo menos moreninho, era a parte bonita da sociedade”.
Com apenas 28 palavras, o palanque ambulante fez seis revelações imediatamente incorporadas à Ópera dos Idiotas:
1) O governo lulopetista enterrou mais de 25 bilhões de reais num evento que só permite a entrada da alta classe média ou de sócios do clube dos ricos.
2) Não existem ricos feios.
3) Não existem pobres bonitos.
4) Dilma é feia porque é pobre (ou é pobre porque é feia).
5) Todos os negros e moreninhos são pobres e feios.
6) Como não havia um único negro no estádio onde o presidente do STF assistiu ao jogo do Brasil contra a Croácia, fica combinado que o ministro Joaquim Barbosa é loiro e tem olhos azuis.
A Seleção terá de melhorar para passar das oitavas de final. O Lincoln de galinheiro só precisou do jogo de estreia para levar a taça.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
NÃO SÓ QUER O PT ACABAR COM O TRABALHO COMO INCENTIVAR MAIS AINDA A FABRICAÇÃO DE BEBÊS PARA RECEBIMENTO DE AUXILIO MATERNIDADE E O EXTERMÍNIO DE FAMILIARES, DE PREFERENCIA AQUELES QUE NÃO VOTAM MAIS E ESTÃO RECEBENDO APOSENTADORIAS DO ESTADO
segunda-feira, 16 de junho de 2014
JUAN JAMON JIMENEZ: O HERMANO PAPA
Posted by SELVA BRASILIS
Como argentino da CEPAL sou naturalmente comunista e ateu. Entretanto, sou obrigado a reconhecer que a vitória de hoje contra a Bósnia foi um milagre,
o primeiro milagre do Papa Francisco, hermano paisano. A seleção
argentina se arrastava em campo devido a preparação física realizada
pelas profissionais do nobre estado de Minas Gerais. Enquanto isso a
Bósnia jogava com fome, fome de feijão, arroz e bola. Recebi a inside
information que a Argentina também sofreu com a falta da vitamina
colombiana muito gentilmente enviada pelos companheiros das FARC.
Parece que o hermano Diego Armando interceptou o presente.
Juan Jamón Jimenez pendurou a conta na galeria Alaska, e o sósia da Waleska Popozuda está atrás dele.
Juan Jamón Jimenez pendurou a conta na galeria Alaska, e o sósia da Waleska Popozuda está atrás dele.
SERÁ QUE OS COMUNISTAS LOTADOS NO ESTADO BRASILEIRO ESTÃO QUERENDO CRIAR UMA NOVA CINGAPURA, AGORA ESTATAL, EM CUBA? PORQUÊ SÓ LÁ E NÃO AQUI?
LULA E DILMA TENTAM LEVAR A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA BRASILEIRA PARA CUBA E EMPRESÁRIOS SÃO PRESSIONADOS PELO PT E SEUS LOBISTAS BOLIVARIANOS
O
governo brasileiro mostra-se incansável quando o assunto é colocar-se em
maus lençóis em nome de sua simpatia pelo regime dos irmãos Castro, em
Cuba. Não bastasse a utilização de quase 700 milhões de dólares em
recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES) para financiar a construção do Porto de Mariel, a 45 quilômetros
de Havana, a nova empreitada que vem sendo orquestrada pela alta cúpula
prevê a ida de empresas farmacêuticas brasileiras para produzir
medicamentos em solo cubano. A estratégia é tentar rentabilizar a zona
portuária por meio da exportação de remédios produzidos em parceria
entre estatais cubanas e empresas brasileiras — em especial fabricantes
de genéricos e biossimilares. Desde a inauguração da primeira fase do
terminal de contêineres do porto, em janeiro, o governo vem travando uma
ofensiva velada para levar executivos a Cuba para participar de grupos
de trabalho. O alto escalão da República tem atuado, por assim dizer,
como lobista de primeira linha dos irmãos Castro, sem que qualquer
contrapartida benéfica para o Brasil seja posta na mesa. Mas a
estratégia tem encontrado resistência: o alto custo de instalação de
indústrias na ilha e as dificuldades de exportação de produtos, devido
ao embargo econômico, tornam a empreitada economicamente inviável. Além
disso, a razão de o governo demandar investimentos em Cuba, e não no
Brasil, está cercada de pontos nebulosos. Afinal, costurar acordos com
outros países com o objetivo de estimular a indústria nacional é agenda
mais que bem-vinda para o país. Contudo, não há lógica que justifique
lançar mão do mesmo expediente para criar (mais um) pacote de bondades
para Cuba.
Em
janeiro, a presidente Dilma Rousseff, o então ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, e seu sucessor, Arthur Chioro — que está à frente da
pasta desde que Padilha saiu para candidatar-se ao governo paulista pelo
PT — convidaram empresários do setor farmacêutico, que ouviram da
própria presidente a intenção do governo de levar empresas brasileiras
para se instalar na Zona Especial do Porto de Mariel e desenvolver a
economia local. A estratégia é construída com base no argumento das
vantagens tributárias e alfandegárias da Zona Especial. Contudo, mesmo
com todos os incentivos, empresários ouvidos pelo site de VEJA se
mostraram céticos.
Inviabilidade econômica — Os
convites vêm confundindo o empresariado porque contrariam o próprio
plano que o governo brasileiro tem para o setor farmacêutico. "Não faz o
menor sentido, pois o Brasil já tem uma estratégia bem desenhada para o
setor, que é de estimular a indústria nacional por meio das próprias
compras governamentais. O plano para Cuba vai contra a própria política
industrial", diz Dante Alário Junior, sócio e responsável pela área de
pesquisa e desenvolvimento e inovação da Biolab. Sua empresa já recebeu
vários convites para participar de eventos promovidos pelo governo
brasileiro em Cuba e investir na ilha — o último deles ocorreu no início
de junho — mas não tem interesse na empreitada porque já investe num
projeto de internacionalização nos Estados Unidos. “Cuba foi descartada
porque não temos condições de investir também lá. Não faz sentido para a
empresa", afirma.
Outro
executivo do setor ouvido pelo site de VEJA, que prefere não ter seu
nome revelado, afirmou que os empresários se mantêm descrentes em
relação à viabilidade dos investimentos. “O setor farmacêutico sempre
foi cético com a possibilidade de Cuba suprir um negócio que exige alta
tecnologia”, disse. Parte do pessimismo deve-se também ao fato de as
empresas brasileiras já estarem firmando acordo com multinacionais de
outros países para produzir medicamentos (em especial os biossimilares),
sobretudo americanas e europeias. O embargo econômico a Cuba anula a
viabilidade, diz o executivo, porque impede que tais empresas consigam
exportar os medicamentos produzidos na ilha para mercados consumidores
importantes, como Estados Unidos e México, que têm proximidade
geográfica.
![]() |
| O boliburguês Marcelo Odebrecht |
As farmacêuticas
vêm sendo procuradas há mais de um ano para realizar investimentos em
Cuba. Num primeiro momento, o contato foi estabelecido por intermédio da
Odebrecht, responsável pela construção do porto cubano. Em 2014, o
governo passou a fazer os convites, excluindo da lista as empresas
associadas à Interfarma, que são essencialmente estrangeiras. Procurada
pela reportagem, a Odebrecht disse que "apoia o acordo bilateral entre
Brasil e Cuba no desenvolvimento de medicamentos". A companhia,
inclusive, assinou um Memorando de Entendimentos com a farmacêutica
cubana Cimab para a criação de uma joint-venture na ilha. Contudo, o
acordo nunca saiu do papel.
Mesmo
sem um interesse claro em investir na ilha, as empresas são alvo de
tamanha insistência do governo — em especial do Ministério da Saúde e do
Desenvolvimento — que não ousam declinar totalmente as ofertas de
negócios. “As que foram a Cuba quiseram atender a um pedido da
Presidência. É muito difícil não ir”, disse o médico e deputado federal
Eleuses Paiva (PSD-SP), que está ciente das conversas no Ministério da
Saúde. “Agora, se as indústrias forem se instalar, é porque o governo
está montando situações econômicas fantásticas”, disse o deputado. "A
indústria de genéricos acabou de construir um parque nacional. É tudo
recente demais para ir a Cuba”, disse. Leia MAIS
domingo, 15 de junho de 2014
PELO MENOS A ANTIGA "ELITE BRANCA" FAZIA TUDO ISSO COM SEU PRÓPRIO DINHEIRO. ESSA FAZ É COM O SEU, OTÁRIO!
Elite branca Paulista no Itaquerão.
E o mais bizarro é que esta elite branca estava no estádio com ingressos "doados" pela FIFA com a NOSSA grana!!!
A Burguesia sindical do Brasil aceita qualquer coisa, menos um "tomar no cú" puxado pelo povo farto em ver a baderna, a bandalheira, a roubalheira, a inércia, a mentira e acima de tudo a sacanagem contra o povo.
TODOS os antigos dirigentes sindicais e PTralhas de estimação quando subiram ao poder se tornaram elite, não necessariamente branca, mas uma odiosa elite que usou a ignorância e a fome do povo para se dar muitíssimo bem.
Ou será que alguém ainda acha que o EX presidente fuma cigarrinhos de palha, toma cachaça, e veste andrajos?
Passou a consumir os melhores Uisques e vinhos, fuma Los Puros CÚbanos e terno só Armani.
A elite do Brasil hoje saiu dos sindicatos, alçados a condição de "neoburgues" da esquerda ladra e vagabunda.
E a imprensa amestrada e todos os coxinhas politicamente corretos que condenaram o povo que se manifestou democraticamente, que vão tomar bem no meio dos olhos de seus CÚS!!!!
E ouvir o EX presidente Boquirroto falar em falta de educação...Não tem preço!!!!
A Burguesia sindical do Brasil aceita qualquer coisa, menos um "tomar no cú" puxado pelo povo farto em ver a baderna, a bandalheira, a roubalheira, a inércia, a mentira e acima de tudo a sacanagem contra o povo.
TODOS os antigos dirigentes sindicais e PTralhas de estimação quando subiram ao poder se tornaram elite, não necessariamente branca, mas uma odiosa elite que usou a ignorância e a fome do povo para se dar muitíssimo bem.
Ou será que alguém ainda acha que o EX presidente fuma cigarrinhos de palha, toma cachaça, e veste andrajos?
Passou a consumir os melhores Uisques e vinhos, fuma Los Puros CÚbanos e terno só Armani.
A elite do Brasil hoje saiu dos sindicatos, alçados a condição de "neoburgues" da esquerda ladra e vagabunda.
E a imprensa amestrada e todos os coxinhas politicamente corretos que condenaram o povo que se manifestou democraticamente, que vão tomar bem no meio dos olhos de seus CÚS!!!!
E ouvir o EX presidente Boquirroto falar em falta de educação...Não tem preço!!!!
E PHOD@-SE!!!
.............................
"A MARAVILHA SOCIALISTA"
É toda a lógica de quem defende o Estado forte e as esquerdas. É que você é um imbecil total, que precisa ter alguém para lhe dizer o que e como deverá fazer. Que você não é nada sozinho, mas só é alguém quando faz parte de uma comunidade, e vai através dela pedir ao Estado (soberano) as coisas que lhe parecem necessárias. O Estado, no mais das vezes está em mãos de alguém, é claro, um déspota, que galga este lugar as custas de imbecis perfeitamente difusos e dissociados dessas entidades sociais chamadas de movimentos, que financiados de alguma maneira pelo próprio Estado lhe dão legitimidade.
É toda a maravilha socialista!
É toda a maravilha socialista!
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